quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Terceira Idade
Saber Envelhecer
Da bengala para a cova
1. Idade dos Limites
Quando na rua converso com idosos, ou bato um papo legal com pessoas da terceira idade, ou troco idéias com aposentados e pensionistas do INSS, sempre costumo apreciar a sua sabedoria de vida e a sua grande experiência acumulada durante toda a sua trajetória de existência, o seu respeito às pessoas e o seu equilíbrio mental e emocional, o seu bom-senso das coisas e a riqueza de suas virtudes morais como a bondade e a paciência, a sua fé em Deus e o seu otimismo ainda que cercados por problemas, conflitos e dificuldades na rua ou na família, mesmo que impossibilitados por seus limites naturais e humanos ou doenças que lhes sobrevêm ou cansaços físicos e materiais, fadigas espirituais ou esgotamentos psicológicos, resultado de uma realidade absorvida pelo trabalho duradouro onde as fronteiras do tempo e as imposições de enfermidades ou o surpreendente encontro com a morte parecem as marcas registradas de uma velhice bem vivida em que o convívio com os seus produz estigmas inesquecíveis que fazem da saudade de quem parte uma oportunidade para fazer da lembrança uma porta de vida e esperança para os mais novos, desejosos de seguir o mesmo caminho dos mais velhos.
Esse o cardápio de uma boa velhice.
Onde a dignidade é a sua lei.
O Respeito a sua norma de vida.
O Equilíbrio a sua boa consciência e a sua verdadeira liberdade.
O Bom-senso a sua estrada de felicidade.
A Responsabilidade a garantia de uma existência final mais segura e tranquila.
A sua fé em Alguém Superior é a sua sustentabilidade cotidiana.
Os velhos, conscientes de seus direitos e cumpridores de seus deveres e obrigações, são para nós exemplos de vida e modelos de uma existência sensata onde identificamos a paz das virtudes equilibradas, o otimismo do sorriso de bem com a vida e a alegria de um dia a dia experimentado com a força de valores bem estabelecidos e a firmeza de princípios bem consolidados. Daí os velhinhos serem bem orientados, e serem bons orientadores das gerações mais jovens.
Esse o caminho de uma velhice feliz.
Nela, a paz reina e o impérío do bem é o seu registro na história.
Todo velhinho é bom.
Graças a Deus.
2. Diante dos contrários
Nesse tempo de limites onde a natureza impõe regras de conduta e maneiras de se comportar e relacionar, o velho convive com sofrimentos de toda espécie, suas dores parecem intermináveis, a possibilidade da morte o assusta e entristece, angustia e deprime, a enfermidade chega avisando-lhe que precisa se cuidar, abrir o olho, ficar esperto, ser malandro perante as adversidades, ter paciência com o perigo que o rodeia e procurar sempre enfrentar com coragem o risco de viver que passou a ser agora a vivência de então. Eis que está cansado de tudo e de todos, só deseja dormir, esquecer os problemas, afastar-se da família e dos amigos e conhecidos, tentar ignorar as doenças que surgem e fazer de suas moléstias advindas um paliativo que o conscientize das fronteiras desse momento terminal em que as dificuldades são tantas, os conflitos são muitos, as contradições numerosas, as incertezas o incomodam, as dúvidas o instabilizam causando-lhe confusão mental, distúrbios físicos, emocionais e psicológicos, transtornos morais, sociais e espirituais, o que o deixa parcialmente enfraquecido, esgotado na cabeça e cheio de fadigas na ordem do corpo e da alma, da mente e do espírito. Frente a frente com esses contrários de sua existência final deve buscar sempre o equilíbrio e a paciência, procurar ser positivo e otimista, repousar bastante, se puder fazer alguma atividade cotidianamente, conversar com os companheiros, admirar as mulheres, ocupar a mente e sair da rotina, caminhar com assiduidade, crescer em harmonia com a natureza e o universo, lembrar-se de Deus e fazer da oração o sentido da sua vida, realizar coisas boas e encontrar-se com o bem que deve fazer, viver em paz uns com os outros, ter tranquilidade em si e ser calmo nos relacionamentos, usar o bom-senso em suas ações do dia a dia e fazer do juizo a lei de sua hora terminal. Desta maneira, conviverá bem com seus opostos, se comprometerá com uma velhice de qualidade, respeitará seus limites naturais, devendo agir em função de um momento em que suas fraquezas o determinam e suas carências definem seu estar-no-mundo, exigindo dele parceria com os seus, a companhia de alguém que também o respeite e compreenda, tolere suas inconstâncias e ausência de normas, ajudando-o a viver esses instantes decisivos de sua história temporal. Assim, se preparará para uma eternidade feliz, mais além.
3. O Convívio com a adversidade
Em ambientes de família onde repousam seus pensamentos finais, suas limitações físicas, psicológicas e espirituais parecem mais vivas e reais, suas fronteiras com o tempo estão mais acesas, obedecendo a um ritmo de ação em que sobressaem muitas vezes o Mal de Parkinson ou a Doença de Alzheimer, o Diabetes e o Sedentarismo, Transtornos Cardiovasculares, Distúrbios no cérebro e no coração, o terror do AVC(Acidente Vascular Cerebral), Indefinições no metabolismo do açúcar e do colesterol, e sua atitude quase sempre lenta perante os fatos do dia a dia quando não consegue perceber muito bem a notícia sobre o acontecimento verificado, e suas interpretações dos fenômenos da realidade estão sujeitas à confusão mental, à falta de juizo em algumas atividades, à presença de comportamentos pessimistas em relação à vida de cada momento e sua quase sempre negatividade junto aos seus, os velhinhos se encontram sim abandonados à consciência de seus limites e empreendem atitudes nesse sentido, enfatizando a convivência com doenças em geral, sua expectativa acerca do mistério de sua idade avançada carregada de sintomas de desequilíbrio emocional quando é claro o cidadão da Terceira Idade padece de vazios psicológicos junto aos seus, não consegue agir com bom-senso em algumas situações, e seu domínio da realidade se vê fraco, débil, enfermo, sofrendo as consequências de seu encontro com a morte a qualquer instante, e assumindo o peso de um cotidiano que não respeita e valoriza muito os mais velhos, fruto de uma sociedade em crise de valores éticos bem consistentes e de princípios morais, sociais e religiosos ainda não tão bem consolidados na essência da temporalidade de uma idade em choque com suas gerações mais jovens, em conflito consigo mesma, com dificuldades também financeiras ou com problemas em sua interioridade exigindo das pessoas terminais uma postura de equilíbrio em que deve harmonizar os defeitos dos outros com suas carências afetivas, a imoralidade de alguns com suas posições tradicionais de visão de mundo e de sociedade, como que se identificando uma realidade de controvérsias entre os sujeitos dependentes dos os outros e sua ânsia por autonomia e independência social, psicológica e ideológica. Nesse processo de alteridades existenciais, de metamorfoses cotidianas e de transformações na sua maneira de pensar, sentir e agir, se encontra a chave de compreensão dos antagonismos de uma velhice praticamente sem fundamentos alguns quando seu único ponto de apoio e sua tábua de salvação são os filhos e os netos, o que gera no idoso um certo estresse biológico, aflição na mente, conflitos de consciência e instabilidade em sua prática de vida cotidiana, sofrendo então os males da intolerância interpessoal e do desrespeito intercambial, sem praticamente modificações no seu olhar sobre o mundo visto que interpreta a realidade de um modo certamente hostil, conflitante e desestabilizador, quando cai em briga com suas ausências junto às pessoas do seu convívio humano, familiar e social. Como se observa, o idoso parece se encontrar em um universo sem opções, em uma rua sem saída para seus problemas de todas as horas e em uma via de existência que não lhe dá alternativas de bondade, compreensão e amizade, concórdia e convergência. O velho se acha só diante de um mundo de disputas críticas e dialéticas e mesmo assim mergulha em um contexto que ele vê como salvação de sua vida perante essas turbulências do cotidiano. A sua resposta é a tristeza e a angústia em face de seus limites e a resignação psicológica em frente a um quadro negro de circunstâncias contraditórias. Sim, o velho quer se libertar mas não consegue. Então se entrega à vida que o leva para o que Deus quiser e as condições do tempo e da história possam ser os determinantes de sua trajetória existencial final. Seu desejo é sumir, sua realidade é a depressão e o seu instante é de dúvidas e incertezas mesmo que se segure ainda em fundamentos acumulados com o tempo. Deus é a sua única possibilidade de vida. Em seu íntimo, reza ao Senhor. E sua fé o carrega nas costas para ele não cair na incongruência sem lógica de uma existência sem dó e sem pena de suas criaturas. Só lhe resta o silêncio.
4. O importante é lutar
Então, em sua crise existencial e perante expectativas e apreensões de sua natureza, o velho pensa e reflete: “Podem os rios secarem, ou as rosas não mais soltarem seu perfume suave, ou os passarinhos deixarem de cantar, ou os homens pararem de trabalhar, ou as mulheres não mais amarem, namorarem e paquerarem, todavia não faltará o Fundamento de todos os fundamentos, a causa das atividades humanas e naturais, o princípio do amor e do sexo, a origem da natureza e do universo e sua criação de seres vivos e animados.
Podem estar ausentes as nossas forças de agir, ou as nossas motivações para trabalhar e estudar, ou as nossas energias para rezar e conversar com Deus, ou o nosso entusiasmo para brincar e dar um sorriso para as pessoas, ou os nossos ânimos não reagirem perante a violência da Cidade e a crueldade dos campos, ou não termos mais incentivo para viver e existir de uma maneira razoável, otimista e equilibrada, ainda assim as raizes do ser continuarão a existir, as fontes do pensamento permanecerão de pé e as bases de uma existência de qualidade e bom conteúdo serão ainda mais vivas pois são sustentadas por Aquele que é o Senhor das almas e o Deus dos espíritos, o Criador, o Autor da Vida.
Podem nossas lágrimas não mais chorarem, ou nossa alegria não mais se manifestar, ou nosso bom-senso ser incapaz de fazer o que sempre fez, ou o direito desaparecer de nossa realidade cotidiana, e os indivíduos não mais se tolerarem e respeitarem, mesmo assim a vida se eternizará nos bons princípios éticos e espirituais que cultivarmos em nossa consciência e nos grandes valores morais e sociais condutores de nossa liberdade, sustento de nossa felicidade aqui e agora, e mais além.
Podem as coisas da vida se fazerem violentas, ou quase todos perderem a cabeça com os males da sociedade, ou os distúrbios da mente afetarem nossas emoções, ou os transtornos da alma e as turbulências do corpo contaminarem nossa boa vontade de ajudar uns aos outros, ainda assim acreditarei em Deus, e continuarei lutando em defesa da vida e em favor do amor, advogando em benefício da justiça e creditando minhas ações em prol de uma realidade humana mais transparente, verdadeira e autêntica.
O importante é continuar lutando.
A Vitória pertence a Deus”.
5. Em busca de uma resposta
A Crise da Terceira Idade começa a se manifestar quando a vida do idoso passa a ser um constante questionamento, percorrendo os seus momentos de lucidez até chegar à perda de parcial consciência das coisas, saindo de interrogações sobre o seu passado e presente junto à família até se chocar com a irracionalidade de situações em que demonstra perda relativa da memória, inteligência frágil, insatisfação sentimental, confusão de idéias, complicações na sua saúde biológica e psicológica, conflitos com o seu meio social, isolamento e solidão, o que reflete certamente a sua ânsia por segurança física e mental, emocional e espiritual, seu desejo por uma existência de estabilidade e tranquilidade, a sua procura por respostas que acalmem sua indisposição alimentar, seus distúrbios da mente e seus transtornos do espírito. Nessas horas de instabilidade emocional, ele busca a Deus, quer se segurar em Alguém que seja sua tábua de salvação neste mundo real que o rejeita, ignora e exclui. Então, se achega aos seus familiares que percebem sua transição de uma vida consciente para uma realidade de inconsciência quando necessita de amparo, precisa do aconchego familiar, quer abraçar se possível a todos que lhe garantam força para caminhar e energia para sustentar sua realidade humana bastante enfraquecida, limitada na natureza, debilitada pela doença, quase que perdida psicossocialmente, parecendo-lhe indispensável uma companhia permanente que lhe dê carinho e atenção, segurança e estabilidade, calma e tranquilidade, repouso para o corpo e descanso para a alma. Ora, a presença dos amigos é importante, a ajuda dos parentes indispensável, a colaboração de todos é fundamental. O Velho está carente, só e precisa de alguém do seu lado. É a hora da verdadeira amizade. Sofrendo, vê que não pode ficar sozinho. Precisa de companhia.
6. O Fator Presencial
Ter alguém do seu lado, fazendo-lhe companhia, ajudando-o a fazer suas atividades diárias e noturnas, colaborando com seus afazeres domésticos ou dialogando com ele em suas horas de descanso e solidão, batendo um papo bem gostoso com quem fez da vida a sua sabedoria de existência, a sua escola de aprendizagem em termos de conhecimento e sentimento, o seu caminho de experiências agradáveis mas também tristes e angustiantes, a sua estrada carregada dos vazios do espírito e da plenitude de uma realidade humana bem vivida junto aos seus. O Velho na verdade certas horas deprimido ou depressivo não quer apenas pessoas perto dele todavia quando possível realizar ações que promovam sua auto-estima elevada, aumentem o seu astral diante de ambientes diversos e adversos, diferentes e contrários, exigindo dele equilíbrio de consciência e bom-senso ao encarar situações instáveis e incômodas muitas vezes, boa atitude de malandragem perante um mundo de contradições generalizadas onde os mais velhos sobram dentro da sociedade, são excluidos de seus contextos de esporte e lazer, jogos e entretenimento, ignorados quase sempre porque não têm a mesma energia de antes e não podem suportar tempos excessivos de atividade, ou ainda rejeitados até por amigos e familiares e parentes, os quais parecem não querer perder tempo com quem é inútil a seus olhos, desprezível para a sociedade que pensa em status quo acima da média ou que recusa sua participação e envolvimento em assuntos onde reinam a velocidade moderna, a rapidez dos trabalhos executados e a aceleração de gerações mais jovens interessadas em viver a vida sem necessitar se perturbar ou incomodar com a presença de pessoas da terceira idade. Entretanto, os velhos gostam de ser amados, respeitados e valorizados como todo e qualquer cidadão ou cidadã desta sociedade cheia de preconceitos e de não inclusões humanas e culturais. Nesse processo de inclusão aceito por alguns e de exclusão abraçado por outros, o idoso sofre, se vê solitário, precisando de ajuda, necessitado de alguém do seu lado que dialogue com ele, interaja com seus pensamentos e compartilhe de suas idéias, sentimentos e atitudes variadas, outras vezes controversas, porém que têm algo de rico e profundo para apresentar às pessoas de seu entorno, cooperando com sua obtenção de qualidade de vida e excelência de experiências ótimas de trabalho e vida que só os cidadãos e cidadãs aposentados e pensionistas do INSS podem nos oferecer de imediato. Os velhos apesar de seus limites naturais ou de suas enfermidades incômodas querem participar do debate acerca dos problemas da sociedade, dar a sua opinião em questões políticas e partidárias, apresentar soluções e dar a melhor resposta que pode caber nesse momento, manifestar seu ponto de vista pessoal sobre os fenômenos da realidade cotidiana certos que podem outrossim colaborar para um mundo melhor e para uma humanidade mais feliz do que é hoje. Os velhos conscientes ou não querem participar. Interessa-lhes comungar com a melhoria de qualidade de vida das pessoas que se encontram do seu lado e em torno de seus espaços terminais e de seus tempos onde o limite é a sua lei.
7. Quando chega a depressão
Ao constatar que suas seguranças estão abaladas, um quadro vermelho de instabilidades sociais e familiares, psicológicas e emocionais, mentais e espirituais, invade sua vida de limitações plurais, ou então a irritação o persegue, fica nervoso constantemente, perde a cabeça muitas horas, briga com seus familiares, a ira sobe as escadarias de uma existência agora confusa e perturbada, a raiva de todos parece ser seu único caminho de ação, a cólera mergulha em seu corpo e sua alma, discute sem querer, solta palavrões um atrás do outro, o conflito se acostumou a ser sua trajetória de realidade mais autêntica, vive um dia a dia de problemas e dificuldades, desde então, o velho cai no fundo do poço do espírito, entra no abismo de um ambiente hostil e de contradições permanentes, deseja só ficar deitado e dormir eternamente, não possui forças para se levantar, não tem ânimo para reagir, passa a conviver com a depressão patológica, responsável por sua vida de altos e baixos, de quedas e subidas, de créditos e débitos, de ascensão e buraco mais fundo, o que lhe deixa triste e angustiado, sem energias para dar a volta por cima, carente de amor e isolado de todos, pois seus limites subiram a sua cabeça confusa e as fronteiras do tempo parecem lhe dizer que a morte ronda seus espaços de existência final. Anseia por morrer. Não quer mais saber de nada. Está cansado da vida e esgotado mentalmente. A Fadiga o deixa caido, e inicia o esquecimento de si mesmo e dos outros, já que sua memória está fraca e sua inteligência não funciona mais como deveria. Só quer dormir. Perde toda iniciativa. Não vê motivação para viver e existir. Parece vegetar. A Inconsciência o visita diariamente. Luta pela razão, ainda quer a lucidez, mas seus limites parecem mais fortes, a doença toma conta de sua natureza e a enfermidade o deixa no chão, caido na rua de casa, ou perdido em uma consciência que não mais faz a diferença entre as coisas. Quer a morte. Eis a sua íúnica estrada opcional nesses instantes de fronteiras indefinidas e de contornos indeterminados. Está à margem do último suspiro. A respiração fica frágil e só tem um anseio: a morte.
8. O Caos em pessoa
A partir do 60, 70 e 80 anos quando o idoso já aposentado, permanecendo ou não no mercado de trabalho, ou desenvolvendo atividades como estudos de informática, trabalhos na internet, participação em eventos esportivos, artísticos e musicais, ou vendo televisão em casa ou ouvindo rádio em seu apartamento, ou assumindo amores e romantismos com companheiras de sua idade, convivendo com as gerações mais novas em shows e espetáculos de dança, lazer e entretenimento, ele observa que, apesar de todas essas ações e atitudes, onde descansa ou não, ele constata, entende e reconhece que sua vida de cada dia, noite e madrugada virou um caos, as coisas não funcionam mais como antes, as ocupações desapareceram, os amigos se distanciaram, a família já começa a olhá-lo com outros olhos, os parentes o excluem de seu cotidiano na rua ou em seu lar, os conhecidos nem se lembram mais dele, e sua memória agora, fraca e debilitada, doente e frágil, parece não mais recordar a riqueza de suas experiências e a beleza do seu passado, a sábia prática de vida em que o saber das idéias e o poder de suas ações interferiam na vida das pessoas ou interviam para ajudar a resolver problemas da sociedade, solucionar dificuldades em sua existência pessoal e de grupo, social ou financeira, ou ainda bem administrar conflitos de uma cidade agressiva, violenta entre si, que faz da cultura da morte e de uma mentalidade do mal o sentido de seus ambientes hostis e a razão de seus contextos contraditórios onde reinam o desequilíbrio mental e emocional, a irracionalidade das consciências e a insensatez de quem não gosta da vida e vive a perseguir, incomodar e admoestar quem faz de sua realidade viva uma oportunidade para namorar e paquerar, trabalhar e articular atitudes em prol do progresso de suas comunidades fazendo evoluir suas inteligências na construção de boa saúde e bem-estar para todos e cada um. Diante desse caos interior de consequências externas, ele quase sempre perde a cabeça, adquire enfermidades terminais, seu colestoral negativo aumenta e o diabetes o faz um cidadão cansado, deprimido e problemático, tornando-se então um obstáculo para todos e uma barreira inquietante para os seus. Nessas horas depressivas, pensa na morte, enfrenta os desafios de uma velhice incontrolável, sofre com os preconceitos de seus familiares, vive a rejeição de quem deveria compreendê-lo e ajudá-lo a superar essa crise final de uma terceira idade de transtornos de todo tipo e cujo modelo de distúrbios agora frequentes estão a derrubá-lo frequentemente ao ponto de ao se deitar na cama, querer dormir para sempre, não mais desejar acordar. Caótico, o velho se esgota, cansa de viver e a fadiga é a sua única norma de vida cotidiana. Uma realidade crítica e dialética que só quem a experimenta sabe de seus infortúnios, aflições e desesperos, tristezas e angústias em jogo. O Velho quer morrer. Não atrapalhar mais a vida de ninguém. Não ser mais incômodo para as pessoas. Então precisa de orientação psicológica e espiritual para não afundar no fundo do poço. Que Deus o ajude. A Fé é importante nesses instantes derradeiros.
9. Em nome da Memória
A Lembrança do passado também é uma forma de viver a vida quando o cidadão ou cidadã da terceira idade recorda suas experiências positivas e negativas em sua trajetória cotidiana ao longo do tempo desde o nascimento até esses dias atuais ou suas práticas de cada dia, noite e madrugada otimistas e pessimistas refletindo tudo isso junto aos seus, contando-lhes histórias antigas, vivências interessantes e importantes maneiras com que soube encarar a vida diária convivendo com opostos, fazendo o bem e o mal, cultivando saberes, sentimentos e emoções ou agindo com violência em circunstâncias em que era necessária a agressividade, como ainda os momentos agradáveis e desagradáveis no trabalho e em casa, na paquera com as mulheres ou na construção de amizades sinceras ou de amigos que se foram e não voltam mais. É a hora da saudade. Saudade dos velhos tempos de criança e adolescência, dos namoros quentes e apaixonados da juventude e de uma maturidade cujo ápice é esses instantes de reflexão e compartilhamento com amigos, parentes e familiares. Hoje, ele vê a saúde indo embora, desaparecer os seus conhecidos, o amor não existe mais, e sexo é coisa que aposentado jamais viverá pois em condições terminais só lhe resta o silêncio dos justos, ou a sobriedade das pessoas direitas ou a transparência de quem viveu a vida com autenticidade, interagindo com todos, buscando o bem e realizando coisas boas com tudo e com todos. Tal recordação lhe faz bem, é um modo de passar o tempo saboreando virtudes elevadas e conteúdos de conhecimento de qualidade como garantia de bom exemplo para os mais jovens, oferecendo-lhes sua tradição de bons hábitos e costumes excelentes, riqueza de vida espiritual feita com profundidade, sinceridade e honestidade. “Olha, o velho tá indo embora. A gente se reencontra na eternidade”.
10. Problemas generalizados
Chegado esse tempo terminal o velho parece cabisbaixo porque ninguém liga para ele ou lhe dá atenção, a família o ignora e é desprezado por quase todos que se achegam a ele, ridicularizado muitas vezes diante dos filhos e netos, sofrendo o peso da idade e um mundo de dúvidas e incertezas que inquietam e desestabilizam seu coração cansado, sua mente esgotada e seu espírito fadigado, quando um complexto de transtornos invadem seu corpo e sua alma, distúrbios aumentam e se avolumam afligindo sua realidade interior, tirando-lhe o sossego e causando-lhe insatisfação emocional, fraqueza psicológica e carência afetiva e social, o que o faz se isolar do seu meio e mergulhar em um estado profundo de solidão e depressão tornando seu contexto de saúde abalado, desanimado e problemático. E eis que então apela aos deuses, se segura em tábuas de salvação, se agarra em mitos, ídolos e personagens da história a fim de que possam garantir-lhe a segurança pessoal, tranquilizar a sua alma e estabilizar a sua consciência cercada de um ambiente de hostilidades e contrariedades, desanimando-o perante o cotidiano, tornando-o um amigo da cama onde se atira diariamente em um sono fundo capaz de derrubá-lo se ele vacilar com seu instante de instabilidade física. Ora, nesses momentos de abismo espiritual, o idoso talvez se veja afundando no poço da existência, pois se encontra sozinho e sem quem lhe faça companhia ou lhe dê a cortesia constante de um abraço apertado e um beijo motivador. Sente a falta de alguém. Precisa de uma presença ao seu lado. Ocorre que nessa hora ele se segura na mão de Deus, sua única resposta para seus questionamentos permanentes, sua única solução para seus problemas, sua única saída de frente para tantas interrogações do dia a dia. Só sua fé em Alguém Superior torna sua realidade viva capaz de prosseguir na estrada e se entusiasmar novamente por um caminho de existência de qualidade de conteúdo material e espiritual. Pensando assim, dorme tranquilo, já que Deus é sua segurança, tranquilidade e estabilidade. Tal clima de situações finais faz-lhe um ser pacífico, calmo em sua alma e em repouso no corpo e no espírito. O Velho dorme em paz.
11. Problemas e Soluções
No dia a dia da família, junto a parentes, amigos e conhecidos, o cidadão ou cidadã da terceira idade sente o tempo passar, a vida mudar, o mundo se transformar, a sociedade voltar-se para coisas antigas ao mesmo tempo que avança à procura da modernidade, sustentando uma convivência social muitas vezes marcada pela violência e a maldade das pessoas ainda que a solidariedade impere quase sempre como alternativa de uma ordem feliz dentro do convívio humano. Olhando tudo isso, o velho vê os problemas a sua volta e busca respostas para tantas perguntas e soluções para inúmeras dificuldades, conflitos internos e contradições no meio em que vive com seus familiares. Doenças da terceira idade como o Mal de Parkinson, o Diabetes, o Colesterol Alto, a Doença de Alzheimer, o Tabagismo exacerbado, o Alcoolismo exagerado, Doenças Coronárias, Cânceres em geral, a Hipertensão Arterial, a Obesidade, o Sedentarismo, o AVC(Acidente Vascular Cerebral) são incômodos e inquietações que devem ser superados com um pouco de paciência, otimismo de vida, sorriso no rosto, alegria de viver, equilíbrio mental e emocional, bom-senso das coisas, fuga da rotina, um sono tranquilo, exercícios físicos como corrida e caminhada e ginástica, alimentação regular, saudável e sensata, lazer e entretenimento, ocupação da mente com trabalhos possíveis de fazer, orações a Deus, boas obras, o cultivo de uma vida fraterna e solidária, o respeito às pessoas, a atitude responsável perante os fatos, ações de justiça, ótimos conselhos para a juventude, enfim, toda uma série de resoluções fundamentais para a ultrapassagem de transtornos da consciência e distúrbios da experiência, assumindo então uma vivência de qualidade e de riqueza de conteúdo cultural, psicológico e espiritual, o que torna sua realidade problemática um pouco mais sustentável quando o bem que faz e a paz e a tranquilidade com que leva o seu cotidiano podem torná-lo uma pessoa agradável mesmo que alguns o considerem um chato e rabujento, nojento e mal educado. O que importa é que o idoso viva bem em si a sua vida, tenha a sua auto-estima elevada, esteja de bom astral, animado e entusiasta, motivando seu ambiente e incentivando seu contexto de existência diária e noturna a ser mais bonito de encarar, mais alegre e positivo, vivido com qualidade sustentável. Então, o velho se vê bem. Parece que algo melhorou com essa outra, nova e diferente visão da realidade. Mais calmo, segue o seu caminho.
12. O Instante Final
Nos últimos momentos terminais quando a doença já está complicada e generalizada, os problemas de saúde se multiplicam, a família não sabe mais o que fazer, os amigos e conhecidos se distanciam, então surge a hora da internação, e o hospital de emergência recebe o idoso e o leva logo para a UTI tendo em vista seu quadro imunológico estar alterado e enfraquecido, sua aparência é débil, e necessita imediatamente de soro fisiológico, remédios e injeções que ajudem a modificar para melhor aquela situação de dificuldades numerosas e contrariedades inquietantes. Ora, a tensão é grande e a pressão familiar questiona as mais avançadas tecnologias da medicina moderna ansiosa que está por ver um final positivo para esse cidadão ou cidadã cansado da vida, esgotado mentalmente e fadigado no corpo e na alma, no limite da existência temporal, uma história que tem a marca registrada da depressão patológica e distúrbios da consciência e problemas de razão e coração, transtornos no comportamento, no caráter instável e na personalidade trabalhada praticamente com a irracionalidade de uma inteligência sujeita às fronteiras doentias do tempo e submetida aos caprichos maléficos de um ambiente social muito preconceituoso com as pessoas da terceira idade. Internado, o velho vive seus dias terminais. A Morte está por perto querendo arrebatá-lo para junto de Deus a fim de que ele repouse para sempre de suas fadigas e trabalhos, empenhos e esforços por um mundo melhor, de suas atividades agora evaporadas, todavia que trazem a sabedoria da experiência de quem fez da vida um louvor a Deus, um caminho de bondade e compreensão, tolerância e paciência, concórdia e convergência. Então, a hora final. O Fim de uma realidade pessoal sujeita às condições da história mas que a partir de agora se joga e se abre aos braços do Criador, Autor da Vida, para que Ele abençôe esse sujeito de idade avançada, refém de enfermidades diversas, limitado na natureza e incluido entre aqueles que fazem do seu fim temporal a porta da liberdade, rumo à felicidade completa no paraiso da eternidade. Sim, são os minutos derradeiros de alguém que deu valor à vida e respeitou a ordem da natureza, foi disciplinado na sociedade e se organizou e se preparou para que esses últimos segundos de sua vida não o surpreendessem, e chegassem com a Carta do Céu dizendo-lhe o Senhor nosso Deus:”Seja bem-vindo à Casa de Deus. A Felicidade eterna o espera. Viva desde agora de bem com a vida e em paz com a sua consciência. Seus amigos e parentes querem festejar a sua presença entre nós.”
13. O Equilíbrio Vital
O ideal é que o idoso chegue aos 70, 80 anos com relativo equilíbrio e juizo de consciência. Entretanto, a realidade muitas vezes não é essa, visto que inúmeros casos de velhice apresentam tendências do desequilíbrio e insensatez, quando a irracionalidade supera a inteligência e a imaginação patológica substitui a mente sensata, o que caracteriza, como hoje sabemos, um dos fenômenos do Mal de Alzhieimer, onde a dificuldade de memória leva a pessoa da terceira idade a um certo estado vegetativo quando a sua consciência das coisas e o bom-senso da realidade sofrem abalos culminando com a perda quase total da racionalidade humana. Então, junto a essa desmemorização, ocorrem moléstias diversas e enfermidades variadas, o diabetes se eleva e o colesterol sobe, a hipertensão arterial assusta, e doenças diferentes começam a se manifestar no corpo do velho, ora carregado de problemas psicossociais, dificuldades financeiras e conflitos com a família, parentes e amigos. Falta-lhe o equilíbrio necessário. A Sensatez de quem está de bem com a vida e em paz com sua consciência. Problemático, o cidadão ou cidadã aposentado ou pensionista do INSS altera sua rotina diária, dorme excessivamente, a depressão bate a sua porta e males complicados parecem atingir suas funções orgânicas, a sua atividade celular e sanguínea, e seus órgãos e aparelhos do corpo se sentem debilitados por causa do baixo astral e da fraca auto-estima que ocupa a vida terminal dessa pessoa idosa. Ora, o velho talvez esteja perdendo o juizo. E se arrasta para tentar viver seus momentos finais. Sua bengala é a sua companheira fiel e a cova mais a frente a sua parceira de despedida desse mundo que não gosta dos velhos.
14. A Fé nos garante e segura
É admirável observar no idoso o que sua fé em Deus é capaz de realizar de positivo em sua vida de cada dia e de toda noite quando perante as adversidades e os contrários de sua existência cotidiana ele supera os obstáculos construidos por seus limites naturais e transcende as barreiras promovidas por suas fronteiras racionais e sentimentais, ultrapassando então o risco de doenças quase incuráveis, o perigo do diabetes e do colesterol alto, a turbulência gerada pelos conflitos com parentes, amigos e familiares, os transtornos mentais provocados pelos acontecimentos diários e os distúrbios de consciência determinados por suas crises morais e sociais, suas instabilidades ideológicas e psicológicas, suas inconstâncias no dormir, trabalhar e deitar novamente, e suas indefinições em suas práticas e atividades de lazer e entretenimento como jogar cartas de baralho, disputar xadrez com os colegas ou fazer uma partida de dominó para sair da rotina e enfrentar o dia a dia com mais alegria e cabeça no lugar, otimismo e um sorriso para as pessoas. Então, o velho costuma se aborrecer por causa de suas limitações físicas e mentais, se choca com os pontos de vista diferentes e contraditórios que lhe aparecem de vez em quando, e briga, e solta palavrões e xinga a mãe do outro como que querendo afastar de si na base do grito todas as suas depressões patológicas ou não, todos os seus traumas psicossociais e todas as frustrações que lhe perseguem momentaneamente uma vez ou outra. Assim, se segura em sua fé transcendente e se garante abraçando a mão de Deus, que o tranquiliza diante dos aborrecimentos, o acalma no corpo e na alma, o faz descansar com o sono dos justos e lhe dá o repouso vitorioso de quem fez da vida um louvor ao seu Senhor. Eis que o cidadão ou cidadã da terceira idade dorme em paz. A Paz que só Deus pode nos dar. Ele, a nossa Tábua de Salvação nas horas do aperto, nos instantes de risco e nos momentos de perigo. O Velho deste modo dorme sorrindo. E diz: ”Deus é bom. Estou em paz”.
15. Uma Velhice de qualidade
Que bom seria se os idosos tivessem uma terceira idade rica em conteúdo existencial, de qualidade de vida onde a sabedoria da experiência ditasse as regras do jogo de sua idade avançada, todavia os limites da natureza e as fronteiras psicológicas, as doenças que chegam e os transtornos mentais e os distúrbios físicos e biológicos que se fortalecem com a diabetes exagerada e o colesterol alto, a gravidade da hipertensão arterial e os perigos e os riscos da obesidade patológica, transformam sua prática de vida alienante e alienada da realidade excelente que deveria ser o seu comportamento social e familiar junto a parentes, amigos e conhecidos. Então na verdade se entrega à sua debilidade orgânica e fisiológica, moral e espiritual, e começa a agir como um “morto” que não quer nada com a vida, ignora os seus, se esquece da rua e de lá de fora de casa, e mergulha pois na depressão doentia, ao mesmo tempo que sonha com uma experiência de vida de qualidade embora o cotidiano lhe mostre o contrário, e sua estrutura corporal não consiga suportar as turbulências e violências de uma sociedade que não liga muito para eles e elas, aposentados e pensionistas do INSS. Ora, rejeitam o dia a dia, e vão dormir o sono dos justos, acreditando que Deus lhes é favorável, por isso ainda conseguem se levantar de suas quedas e continuar a vida de todos os dias, noites e madrugadas aparentemente pesados, contudo sabem que Deus os ama, respeita e valoriza por serem suas criaturas. Deus gosta dos idosos e idosas.
16. Quando manda a experiência...
Depois de uma vida de trabalho, desejos realizados e necessidades satisfeitas, de sonhos buscados e vivências consumadas, o idoso reconhece que sua experiência longa de atividades cumpridas e de compromissos e responsabilidades praticadas, o ajuda a viver bem a sua velhice, fazendo da sabedoria da experiência a chave da boa convivência com a família e o segredo da conquista de mais amigos na rua ou em casa. O fato é que sua larga jornada de tempo e serviço acumulou em si atitudes equilibradas, pensamentos sensatos, ações de juizo e comportamentos de bom-senso, que tornam seu dia a dia mais carregado de sábias execuções de tarefas quando é claro seus limites o permitem, sua natureza torna isso possível e suas definições de valores e princípios possibilitam um tempo final talvez mais interessante do que toda a caminhada até aqui e agora, pois esse é seu presente e então passa a vivê-lo com mais intensidade, dando importância a cada momento experimentado e a todo instante vivido. Com seus familiares, reparte suas tradições e repertório cultural, sua mentalidade cheia de boas conquistas e grandes realizações, uma mente rica em conteúdos culturais e cuja qualidade de vida ressalta seus empreendimentos conseguidos, suas respostas positivas a assuntos do cotidiano, seu otimismo perante os problemas, conflitos e dificuldades, sua alegria diante da tristeza a sua volta, quando é óbvio sua visão da realidade é positiva e seu ponto de vista abrace interpretações otimistas da história, tornando então seu tempo pleno de dignidade humana, onde seus direitos são respeitados e seus deveres e obrigações satisfeitos com coragem e determinação. Nessa idade dos mais velhos, a bengala o acompanha e a cova do cemitério é uma realidade que ele vê mais adiante, sem lutar contra o destino e favorecendo com resignação e paciência o que a vida lhe dá e lhe faz, sua realidade às vezes trágica, tenebrosa e dolorosa, todavia também inchada de boas coisas que só Deus pode lhe dar e apresentar, nesse tempo final que se chama a Idade do Fim. Sabe, porém, por sua fé que a vida continua e suas vivências e experiências boas ou más permanecem por toda a eternidade. Agora, espera em Deus, e quando a tranquilidade o permite, beija a vida com alegria mesmo que a tristeza, a solidão e a depressão ora continuem a bater frequentemente em sua porta de entrada e de saída. Graças a sua fé, se mantém em Deus e assim pode ter uma finalidade tranquila e uma morte repousante. Durma em paz, meu bom velhinho.
17. Uma Jornada de grandes realizações
A Vida ensinou para o bom velhinho que as vivências nos ajudam a bem viver o nosso cotidiano e as experiências acumuladas com o tempo são agora e aqui, nessa sua hora de conflitos internos, de dificuldades físicas e materiais e de problemas generalizados como afetando sua saúde psicológica e espiritual, um conforto para a alma e uma tranquilidade para o corpo, pois então pode ajeitar melhor sua realidade mental, compreender seus limites naturais e conviver bem com suas enfermidades específicas, trocando assim valores e princípios com outros, orientando-os no bom caminho das virtudes, da ética de qualidade e da espiritualidade natural onde sua fé em Deus aparece para sustentar sua velhice, garantir seus últimos instantes e fundamentar seu comportamento agora alterado pelas doenças, abalado pela realidade contraditória do cotidiano e bastante influenciado pelo conflito com as novas gerações, que questionam suas tradições culturais, sociais e familiares, o interrogam sobre sua mentalidade aparentemente ultrapassada e desatualizada, fazendo-lhe perguntas em cima de perguntas como a querer desestabilizá-lo existencialmente, visto que ele ainda vive um passado que para ele foi mais rico que o presente e de mais qualidade de conteúdo cultural, existencial e espiritual. Deseja pois ensinar aos mais novos, porém sofre com suas indagações questionadoras, preferindo então o silêncio que acalma, a neutralidade que o faz repousar e a indiferença que o tranquiliza apesar de uma realidade em seu entorno que exige dele participação social, compromisso coletivo e responsabilidade interpessoal. Todavia, escolhe a solidão de quem não quer atrapalhar, a depressão que o isola dos outros ou a atitude de quem não aspira por incomodar quem se acha na moda ou na era atual do descartável, das ações provisórias e das atitudes transitórias. Agora, tudo é rápido, a vida é veloz, e ele tem que se retirar dessa aceleração cotidiana, o que o faz excluido e ignorado por muitos que vivem essa “nova era”. Apesar disso, sabe de suas conquistas na vida, de suas realizações nessa gigantesca jornada do tempo e de suas satisfações com as mulheres que paquerou, da família que produziu e do trabalho que desempenhou e desenvolveu nessa larga e longa trajetória de vida cotidiana. Agora, repousa satisfeito ou não com suas atividades passadas e presentes. Contudo, sua fé o sustenta. A Experiência de vida o conduz. Sua maturidade o segura. E seu fundamento ora é uma vida tranquila e feliz junto aos seus. Apesar dos contrários. Que Deus pois ajude os mais velhos.
18. Dependência
Talvez seja a maior tristeza de um velho admitir e reconhecer que não pode mais fazer as coisas nem ir à rua ver os amigos e conversar com colegas de outrora, o que então o faz doente e cair na depressão pois torna-se uma pessoa dependente dos outros, um necessitado de ajuda alheia, precisando da família e dos amigos, e até de estranhos, para realizar seus desejos, conseguir suas tarefas quando não se entrega de vez ao sono rotineiro de todos os dias, noites e madrugadas, transformando-se em um peso para os demais, aliás é o que muitos acham. Quem sabe seja essa a sua maior angústia no final da vida, o tornar-se dependente dos seus, viver preso ao trabalho de outras pessoas, que muitas vezes não compreendem os seus limites naturais e as suas fronteiras mentais e psicológicas. Agora, o idoso resignado se joga nos braços alheios para o ajudarem a viver seus últimos dias, dependendo de seus esforços para praticar o que lhe agrada e satisfazer suas necessidades mais urgentes e realizar suas aspirações mais imediatas. E o cidadão ou cidadã da terceira idade sofre, padece com suas limitações naturais e biológicas, enfraquecido pelas doenças de última hora, debilitado pela incompreensão dos outros, que não entendem seus problemas, conflitos internos e dificuldades de existência. Então o bom velhinho reza porque sabe que Deus e sua fé o seguram e o tranquilizam e são sua únicasaída, seu caminho de salvação e libertação, perante uma natureza frágil, um corpo inquieto e cujas funções orgânicas quase que não funcionam mais. Padecendo uma série de enfermidades de todo tipo cai em depressão, pressionado interiormente e por quase todos os que o rodeiam. O sofrimento ora é seu parceiro de cama e companheiro de caminhada.
19. Primeiro, a minha tranquilidade
Depois de um tempo, cansado da vida e esgotado com este mundo de preocupações turbulentas e de contradições violentas, o idoso começa a jogar tudo para o alto, a ignorar o seu cotidiano que só lhe traz problemas, conflitos e dificuldades, a evitar seus parentes, amigos e familiares, a esquecer suas atividades do dia a dia, e toda sorte de contrariedades que acontecem quando em contato com a rua ou a família, preferindo então a sua tranquilidade interna e paz interior, descansar quase o dia todo, dormir sempre que possível, parecendo deprimido e triste com tantos transtornos a sua volta e inúmeros distúrbios e adversidades em seu entorno. Por isso, a partir de agora, escolhe o seu repouso espiritual e psicológico, levar desde então uma vida calma sem muitas ocupações, entregando-se a boa vida e ao vazio de uma experiência de aposentado ou pensionista do INSS, sem trabalho e emprego, pois agora quer “curtir” suas férias prolongadas de última hora, seus instantes finais com a sabedoria de sua vivência bem comportada de onde busca construir uma realidade de boas virtudes e ótima consciência, ora responsáveis por sua aparente tranquilidade, segurança de vida e estabilidade cotidiana, firme que está em sua fé em Deus e forte na continuidade de uma vida geradora de bons conselhos para os mais novos e grandes ações a favor de seus colegas da mesma idade terminal. Assim, em nome de sua segurança, tranquilidade e estabilidade, como disse, o velho abandona tudo e a todos, e passa a viver de maneira resignada e confortada suas práticas de vida de último instante. Então, pega a sua bengala, dá uma volta pela casa, dá um beijo na mulher e um abraço nos filhos e netos, e volta para o silêncio tranquilizante de seu quarto e cama onde repousa seu corpo cansado e sua alma fadigada e seu espírito esgotado. É hora de descansar.
20. Um clima de tensões constantes
A Experiência da terceira idade nos revela que muitas vezes o idoso ou a velhinha, o aposentado ou a pensionista do INSS, vive seus momentos derradeiros, instantes últimos e circunstâncias finais em clima de risco de vida ou sob o perigo de acidentes dentro e fora de casa, preocupações com a hora da morte e a insistência de doenças cardiovasculares, problemas de diabetes e colesterol intenso, o sedentarismo constante e a falta de exercícios físicos ou caminhadas, a ameaça do álcool ou da cerveja e do cigarro quem sabe, o Mal de Parkinson ou o Alzheimer, e outras enfermidades que surgem a cada situação vivida onde os conflitos com a família são quase eternos, as dificuldades de andar e o medo de cair e levar tombos parece deixá-lo inquieto e ansioso, aflito e desesperado, diante de alguma moléstia que possa lhe acontecer, ou seja, um complexo de problemas e turbulências tornam a vida do idoso um “estado de alerta” pois ameaçado parece pela violência das coisas e dos fatos do cotidiano, experimenta um ambiente de contradições a sua volta, que o faz alguns momentos silenciar, se entregar ao sono e dormir, tentando fugir desse esquema de contrariedades que o afligem e perturbam, o molestam e incomodam, e atrapalham o seu dia a dia já em crise existencial. Então o velho busca abrigo em seu interior, procura os seus, abraça o silêncio e procura habitar o reino da cama e o império do sono, a fim de tentar ignorar essas condições de vida que lhe são adversas, e tentam derrubá-lo em sua realidade terminal. Agora, pega a sua bengala e se deixa pensar o pensamento, preocupado com o seu fim, sabendo que a cova o espera e que a eternidade está perto de si. Eis pois que se lembra de Deus e sua fé renasce, se anima outra vez e começa a ficar tranquilo perante os acontecimentos indefinidos que surgem em seu entorno. Esse mundo de problemas e tensões, pressões de todos os lados, riscos e perigos doentios e patológicos, só têm sustentabilidade quando ele abraça sua fé em Deus e beija a vida com otimismo e sua experiência de bem conviver com os contrários da existência. Então o velho se tranquiliza.
21. Dificuldades e distrações
A Vida do Idoso quase sempre está entrelaçada por uma dialética existencial onde as diferenças convivem com entusiasmos, os problemas se conciliam com soluções imediatas, as doenças se aliam a uma saúde descartável, os conflitos são superados por momentos de lazer e instantes de distração, seja ouvindo o repórter ou uma música no rádio ou assistindo as novelas da televisão, ou até se conectando e acessando a rede internet, como muitos velhinhos fazem hoje em dia, apesar de seus limites psicológicos e físicos, das enfermidades que ora vêm e vão, das fronteiras entre o bem-estar em casa com parentes e amigos e as dificuldades de locomoção e de uma saúde abalada pelas moléstias da terceira idade principalmente o sedentarismo, o alcoolismo, o tabagismo, o diabetes alterado e o colesterol alto, a doença de Alzheimer e o Mal de Parkinson, distúrbios que ocorrem na fase final de uma vida de aposentado ou pensionista do INSS, transtornos que modificam para pior ou melhor a existência de um cidadão ou cidadã em seu derradeiro período terminal. Apesar dos contrários, o velho se distrai, busca alternativas de lazer dando um passeio na rua ou conversando com colegas no meio da praça ou no lar no aconchego da família quando “curte” a TV e seus programas preferidos de áudio. Assim a velhice parece uma verdadeira dialética vivencial onde os opostos convivem para quem sabe qualificar a vida do idoso ou melhorar sua situação de limites psico-sociais e suas fronteiras de cabeça que procura sempre o que é bom e o que lhe faz bem, como toda pessoa humana aspíra. Nesse processo dialético, a vida se faz e acontece, as pessoas se encontram, as relações se produzem e a existência, graças a Deus, pode ser vivida positivamente, com otimismo e equilíbrio, quando suas circunstâncias cotidianas o permitem. Nessas horas, parece que Deus dá uma mão ao idoso e torna sua vida aceitável por si e por quase todos os que o rodeiam. A Dialética da vida nos faz bem. E o idoso agradece.
22. O Império da Natureza
Diz o ditado popular: ”Deus dá as condições, depois a gente faz”. De fato, quando a natureza não quer não adianta insistir, ser teimoso, lutar contra as nossas condições naturais, “forçar a barra”, pois o idoso já não pode fazer mais o que fazia antes. Então vem a doença, ou o esgotamento mental toma conta do velho, ou a fadiga espiritual e psicológica fazem e obrigam o velhinho a dormir, deitar e ir para a cama, sem a possibilidade de trabalhar ou empenhar-se por alguma coisa, ou medir esforços por quaisquer atividades. Ora, ele se entrega resignado à força de sua natureza, que lhe impõe limites e lhe estabelece fronteiras que não pode nem consegue ultrapassar. Aos poucos, reconhece seus limites e já não opera como outrora. Deixa de fazer muitas coisas e ações. Pára de ir à rua. Limitado, fica em casa, se tranca em sua interioridade, e faz silêncio sabendo que o império da morte está por perto e o ameaça a cada instante. Então se entrega. Cai em depressão. Fica triste e angustiado. Mas o que vai fazer ? Nada. Respeita a sua natureza, que agora lhe impõe regras e normas. Faz silêncio. E pede a Deus para ajudá-lo. Nos seus limites naturais, obedece à sua consciência que o manda parar, e agora dorme para depois dormir de novo. E assim vai levando sua velhice com a bengala na mão, sua companheira de todas as horas, à beira da morte, sua parceira por toda a eternidade. Sim, a eternidade está chegando...
23. Daqui a pouco, o mergulho no eterno...
A Realidade da morte acompanha o idoso desde o seu nascimento, mas agora sua possibilidade é mais enérgica, vigorosa e preocupante, tornando a terceira idade um momento de expectativa diante da fase final da vida temporal a partir de que se iniciará o tempo eterno quando o velho viverá sua intensidade infinita no oceano da eternidade, a casa de Deus e sua também para sempre. Então perante seus limites naturais surge a fé da pessoa em idade terminal, que lhe dá forças e energias para suportar as dificuldades do fim, manter viva sua existência agora limitada, sustentar seus problemas finais e conflitos internos, pois está na hora da morte e sua vida limitada parece não querer entender esse instante derradeiro e sua quem sabe feliz entrada na eternidade. Eis que família, parentes e amigos se reúnem e se juntam para consolá-lo, animá-lo nesse momento e talvez ajudá-lo a viver com equilíbrio e otimismo esse término de sua vivência histórica. E ora sua experiência diz que deve confiar em Deus e manter a fé, sustentar seu processo final com a sensatez de uma experiência de vida possivelmente vitoriosa ainda que as contradições da sociedade e as adversidades do tempo tenham perturbado sua consciência e atrapalhado seu estar bem consigo mesmo, com os outros e com Deus. Então ele vive o fim com um jeito só seu, um modo de existir provavelmente equilibrado e talvez otimista se é de verdade um homem de fé ou uma mulher espiritualizada. E tendo em vista seu encontro com Deus deseja adormecer no Senhor, seu Fundamento desde agora e para sempre. E quer morrer em paz.
24. O Começo do fim
Na Estrada da Vida, muitas vezes o velho passa por um túnel onde conhece a noite sem estrelas de um caminho de dificuldades sem conta, de problemas diversos e adversos, e conflitos internos, quando se depara com os limites de sua natureza já cansada e esgotada com o tempo, debilitada pelas doenças que chegam e as enfermidades que vão embora, tentando nesse processo superar as contradições psicológicas e espirituais de suas fronteiras mentais em que as experiências ensinam mais que as teorias, as práticas cotidianas ultrapassam os conhecimentos obtidos até aqui e suas ideologias, culturas diversas e mentalidades alternativas parecem transcender um corpo fragilizado e enfraquecido pelas moléstias advindas, o que torna o amigo da terceira idade um verdadeiro guerreiro já no fim de sua vida, combatendo com sua fé em Deus o bom combate entre um corpo agora fraco e seus sonhos de ainda crescer, somar, evoluir e se multiplicar na relação diária e noturna com seus amigos, parentes e familiares, percorrendo assim o caminho da vitória de quem faz da sua estrada um meio de ganhar a corrida contra o tempo, limitado e ora esgotado, pois sua fase terminal indica que a morte está rondando sua vida e a eternidade se transforma na opção mais fundamental para sua existência, tornando seus passos e compassos em sintonia com um mundo de surpresas e novidades que vêm por aí, por aqui e por ali. Deste modo o idoso vive seu fim. Busca agora se preparar se possível para um derradeiro encontro com o Senhor. Suas portas começam a se fechar bem como as janelas do tempo e da história. Só lhe resta mergulhar no vazio, nadar no silêncio gritador do eterno e navegar em direção ao além chocando-se com a eternidade de Deus. E assim o velho vive seu limite. Sua natureza agora fraca se confronta com um universo de muitas possibilidades e várias alternativas que se inicia com o monstro sagrado da morte. Então, é eternidade.
25. Experiência,
uma Sabedoria para sempre
A Vida da terceira idade tem muito a nos ensinar pois a prática de vida do idoso é fonte de sabedoria para os mais novos, caminho de virtudes elevadas para os que o rodeiam, estrada de princípios e valores que nos orientam bem para o cotidiano, via de construção de vivências saudáveis e agradáveis, já que o exemplo dos mais velhos é base de uma experiência de boas caminhadas onde reinam idéias e conhecimentos que nos fazem trilhar a rua da felicidade, ponte para uma eternidade feliz já sobre a face da Terra. Assim a vida de trabalho, de relacionamentos constantes com os seus, de ações elevadas e de atitudes de qualidade fazem do velhinho um arquivo secreto de boas virtudes, de princípios morais e espirituais excelentes, de valores sociais e familiares construtores de um caminho de virtualidades, de bons comportamentos onde o bem que se faz e a paz que se vive são condição de liberdade, raiz da verdadeira felicidade. Sim, porque o idoso e suas raizes condicionam experiências de saúde mental e física e de bem-estar material e espiritual. Deste modo o velho com os seus já na fase terminal de sua realidade viva vive sim o paraiso sobre a Terra, estrada que o levará para a bênção de Deus na eternidade. Eis uma estrada de felicidade que o velho adquiriu com o tempo e que agora transmite às novas gerações, ajudando-as a percorrer o caminho das boas vivências e de ótimas realizações pessoais e interpessoais. De fato, o velho e suas relações vivem o céu cá no meio de nós. Pronto para uma eternidade feliz ainda que o mal e a violência, as doenças e seus limites naturais possam o circular durante o final de sua trajetória terrestre. E se ele tem fé, então Deus será o seu bem maior, condição de um fim tranquilo, seguro e estável junto aos seus familiares, parentes e amigos.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Governo Dilma
Governo Dilma
Problemas e Soluções
1. Dilma, Mulher Brasileira
Dilma Rousseff, um Brasil mais Braseiro e mais Braseileiro
Mulher de Minas, Aluna do PT, Filha de Lula e Presidenta do Brasil
24 anos de Poder
Quando o Presidente atual Luís Inácio Lula da Silva pensou no Projeto-Dilma(2011-2018), sabia que assim daria continuidade ao seu governo de compromisso humano e social de caminhada junto e unido aos trabalhadores do Brasil cuja importância tem reflexos no exterior sendo bem visto pelos países do mundo inteiro que observaram em suas políticas públicas de Fome Zero e Bolsa-Família, Eliminação da Pobreza e erradicação da miséria e do analfabetismo, o PAC e o Luz para todos, Programas de Moradia e Emprego, aumento da aposentadoria e elevação do salário mínimo, incentivo à saúde e valorização da educação, o etanol e os bio-combustíveis, o ProÁlcool e a Petrobrás e o Pré-Sal, o respeito à Economia Verde da Amazônia e do Planalto Central, enfim, toda a jornada presidencial de 8 anos passados até aqui e agora por administração do Partido dos Trabalhadores, que antevê o processo histórico que fará retornar Lula ao Poder Brasileiro, quem sabe após a reeleição de Dilma Rousseff, após 2018, permanecendo sua gestão política até provalvelmente 2026 quando o Plano do PT completaria 24 anos de Força Nacional em regiões brasileiras, um eterno Poder Provisório do Governo do Torneiro Mecânico Luís Inácio, dado seguimento por seus adeptos e partidários.
Mas Dilma chegou forte para ser a Primeira Mulher Presidenta do Brasil ao longo desses anos passados, presentes e futuros.
Dilma Rousseff é uma pessoa correta, rigorosa, disciplinada, trabalhadora, educada e inteligente, sensível aos problemas e dificuldades do Brasil, engajada social e politicamente, de boas idéias e grandes conhecimentos, eticamente bem ordenada e bem organizada nos seus tratos com a família e o trabalho. Aparentemente, uma mulher como tantas no Brasil. Todavia, há uma diferença substancial em seu empenho histórico pela administração pública brasileira: sempre foi séria em seus esforços por um Brasil maior e melhor, responsável em suas diretrizes e normas, valores e princípios, que estabeleceram, consolidaram e estabilizaram por exemplo o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de inúmeros favores, créditos e benefícios para os trabalhadores de baixa renda e pessoas menos favorecidas, como infraestrutura de saneamento básico em morros e favelas e comunidades carentes, além do Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular para muita gente trabalhadora do Brasil.
Acredito em Dilma Rousseff.
Creio que ela será para o povo brasileiro presente e futuramente uma verdadeira Macieira, cujos frutos do amor, as maças verdes e maduras, tornarão o Brasil mais amante e mais amado por compatriotas e estrangeiros que nos olham de todos os cantos do Planeta.
Seremos sim o Planeta Brasil.
Onde todos respirarão mais amor e saúde individual e coletiva.
Onde todos haverão de se respeitar mais uns aos outros.
Sou otimista nesse ponto.
Se nos respeitarmos mais mutuamente: teremos crescido bastante.
Sei que ela não é o Lula.
Certamente, seguirá os projetos políticos do PT e continuará o Governo Lulista, como se fez até aqui e agora.
Ela tem o poder na cabeça e um povo que espera dela reverência à continuidade, inovação ética e política, compromisso com os trabalhadores, responsabilidade social, cultural e ambiental, realismo econômico e financeiro, otimismo espiritual, alegria de sorrir fazendo bem todas as coisas, trabalho com alegria, ordem com progresso, saúde com bem-estar, direito com respeito, liberdade com responsabilidade, justiça com cidadania, direitos humanos com lutas trabalhistas, fraternidade com solidariedade, amizade com generosidade, registros e marcas positivas de quem deseja fazer do Brasil neste século XXI uma nação grande e um país gigante, onde todos se amem com respeito e valor.
Que essa mineira de natividade e gaúcha de trabalhos consumidos, com sua equipe de trabalho, faça do Brasil, nos próximos anos, um Território de Produtividade em termos humanos e sociais, culturais e ambientais, políticos e econômicos, científicos e tecnológicos, morais e religiosos, artísticos e de lazer e esporte.
Ela tem tudo para isso.
Porque acima de tudo é uma mulher.
Uma mulher feliz e bem resolvida.
Uma mulher trabalhadora.
E Deus está com as mulheres e com os trabalhadores.
Que Deus abençoe Dilma e ajude o Brasil, mais uma vez.
2. Até aqui, um pouco indefinido
Quase 7 meses de Governo e a Presidenta Dilma Roussef não disse ainda ao que veio, apresentando nestes últimos dias uma gestão imatura e uma administração inexperiente, vacilando em sua estratégia de conduzir a política partidária e dando muitos “furos” quando se trata de disciplinar a economia e regularizar a vida dos partidos de situação e de oposição, refletindo assim um estado de instabilidade governamental, insegurança no poder e um certo modo descartável de gerir seu cargo público, sem garantir a consistência do controle da inflação, fraca no vigor que se deve dar ao crédito, debilitada na aprovação do código florestal, insuficiente ainda na execução do Projeto de Banda Larga para o Brasil e tremendamente inconstante na condução do Ministério dos Transportes onde funções são desabilitadas e assessores demitidos e outrossim a turbulência do PR a querer pôr em questão sua hegemonia perante o país e sua soberania diante do Congresso Nacional. Eis o Governo Dilma até aqui e agora, igualmente em conflito com seu Partido que não vê confiança em sua diretriz política, parecendo ela não estar bem com sua própria consciência administrativa, sofrendo os efeitos das pressões populares como os Sem-Terra, a crise do ensino nas Universidades e a necessária produçao científica e tecnológica brasileira carente de recursos financeiros e doente em termos de profissionaise cientistas capacitados e habilitados para definir outras, novas e diferentes estradas para a inovação e a sustentabilidade dos conteúdos de qualidade e matérias ricas em excelência de pesqusas originais, determinismos quepodem causar grandes direções e alterações na sistêmica e estrutural forma de governo, em que ela se volta para a sua compostura ética e seu lado sentimental de mulher e o quadro negro de uma espiritualidade talvez enferma e quem sabe movida pelos discursos incompetentes de seus aliados, oposicinitas e correligionários, transformando enfim seu jogo político de gerenciamento das principais questões nacionais em polêmicas de um ou outro amigo e conhecido, destruindo pois a estabilidade que deveria reinar em sua proposta de levar o Brasil a um patamar de dsenvolvimento sustentável seguro e tranquilo, progressivo e que tenhaa garantia da opinião pública e da aprovação da sociedade brasileira, que parece já a começar a perder crédito em sua maneira de presidir os cidadãos e cidadãs brasileiros. Como se observa, Dilma Roussef nos demonstra isolamento no Poder e um tanto solitária ao tomar decisões apressadas, trabalhar com a relatividade da política onde os aspectos transitórios são mais importantes que a solidez de princípios, a firmeza de valores e a consolidação com o tempo de normas sociais e interpessoais que caracterizem um governosustentável, forte economicamente e rochoso em sua abordagem das respostas e soluções que devem ser dadas aos primordiais problemas brasileiros como a questão ambiental, a política partidária, o incremento da internet em nosso território, a globalização dos interesses públicos e privados e a atividade nômade que certamente é uma caacterística da gente brasileira e estrangeira desejosos de mudanças rápidas e velozes em sua conjuntura cultural, metamorfoses limpas e seguras na ações que envolvem a saúde coletiva e o bem-estar das comunidades locais, regionais e globais da nação chamada Brasil. Esperamos sim que o tempo nos revele de fato quem Dilma é e ao mesmo tempo lhe dê as condições indispensáveis para fazer evoluir a nossa consciência e liberdade, em busca de paz e felicidade para todos e cada um.
Que Deus ajude Dilma Roussef.
É o que ela está precisando nesta hora, minuto e segundo. Chega de ser ilha. Que ela se abra ao debate, articule a companhia de amigos e trabalhe junto para resolver as urgentes interrogações do povo brasileiro.
Pode contar comigo, Presidenta Dilma Roussef.
3. Uma Gestão Acéfala
A Sombra de Lula: uma Referência
Nesses exatos 7 meses de gerência do país, Dilma Roussef parece ainda desfigurada, ausente no poder, indefinida na condução dos problemas brasileiros, com seus colegas de Partido questionando sua autoridade e competência, senadores e deputados inseguros com sua administração, a sociedade e a mídia tentando evitar julgamentos precipitados, talvez porque o governo até aqui e agora esteja muito apagado, sem identidade nem personalidade, apesar do caráter disciplinado da Presidenta, seu rigorismo no gerenciamento dos gastos públicos, no declínio do crédito e na sustentação de uma baixa inflação, controlando os juros e evitando elevadas despesas no PAC, no programa Minha Casa Minha Vida, no Bolsa Família e esquema programado do Fome Zero. Contudo, se observa seu isolamento político e sua ausência no poder, o que demonstra talvez sua falta de experiência administrativa à frente do maior cargo da nação ou quem sabe seu fraco manejo da estrutura político partidária, seu jeito “estourado” tornando deficientes suas diretrizes orçamentárias, debilitando sua relação nacional e internacional com membros, adeptos e seguidores de sua filosofia de vida e mesmo os estrangeiros, todos considerando que o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva continua uma referência gestora para os que ditam as regras do jogo do Brasil, dele contam para ouvir seus esclarecimentos e conselhos políticos e econômicos, dele esperam uma palavra animadora ou a resposta positiva a tantas interrogações da sociedade e da opinião pública, e da imprensa em geral, e dele desejam seu discernimento e experiência no prosseguimento de levar adiante a força das causas sociais e trabalhadoras, a manutenção da estabilidade da economia e um avivamento mais forte das estruturas dinâmicas de seu Partido, o PT, oferecendo-lhe então um caminho seguro de continuidade de suas estratégias de manipulação dos movimentos sindicais, do MST, das categorias de trabalhadores e de todo o alcance que sua orientação possa dar no sentido de fazer permanente o progresso brasileiro e o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, grupos e indivíduos, na busca por saúde e educação de qualidade, trabalho e emprego com fertilidade, tornando a conjuntura da nação brasileira preparada para assumir seu papel de gigante Estado Emergente, encaminhador de soluções para as questões internas e externas, refletindo para todos a posição de destaque que o Brasil representa no cenário internacional. O que vemos na realidade no Brasil de aqui e agora é um país sem coordenação, um corpo sem cabeça, que neste momento precisa de modelos ou paradigmas e referências éticas e políticas que ajudem o Governo Dilma a bem conduzir os destinos do povo brasileiro. É o que notamos com a presença de líderes como Lula e Fernando Henrique Cardoso. Sim, o Brasil não pode ser governado por uma ilha.
Ele requer interatividade de gestores, uma cultura política legal, lúcida e legítima, uma mentalidade social que incentive e aprove, e trabalhe junto, com a Presidenta da República, no sentido de com ela colaborar no comando de todos os brasileiros e brasileiras. De fato, Dilma necessita de amigos e de referências, de conteúdo de idéias de qualidade, e de princípios e valores sustentáveis que lhe dêem uma boa orientação política , levando o país na continuidade de sua evolução ética, política e social, espiritual e cultural, econômica e financeira. Dilma precisa de todos nós.
4. No início, o Perfil da Presidenta
Exatamente 7 meses de governo, e a Presidenta da República Dilma Roussef apresenta os seguintes caracteres:
1) Parece uma Estadista, bastante autoritária e que exerce monopólio absoluto sobre todos os problemas brasileiros;
2) Muito agressiva, que grita com seus assessores e bate na mesa pedindo atenção e reverência;
3) Gestão turbulenta com distúrbios com o Congresso Nacional e transtornos no seu desempenho administrativo;
4) Violenta com seus colegas de trabalho talvez porque é tremendamente rígida e austera em sua personalidade e tem no seu caráter algo paradoxal pois uma hora está feliz e em outro tempo mostra-se preocupada e aflita com as críticas de seus opositores;
5) Algumas vezes estressada, ansiosa e como que em pânico com o andamento das negociações políticas, os preparativos da Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, aflita quando questionada e talvez intranquila e insegura no comando do país;
6) Quem sabe irada com o PT, raivosa com seus ministros e encolerizada com os deputadores e senadores;
7) Negocia pouco pois se interessa mais por decisões próprias, e coloca o seu individualismo acima do debate e do diálogo;
8) Gosta do monólogo e por isso se vê instável, repentina e surpreendente;
9) Problemática até demais, reflete insegurança gerencial pois muitas vezes apela para o Lula, o Fernando Henrique, o Collor e o Sarney;
10) Péssima articuladora política, insensível ao comportamento alheio e aos sentimentos de seus adversários e correligionários, e não muito sujeita a mudanças, preferindo valores absolutos e princípios eternos, ainda que o cotidiano insista no provisório e no descartável.
Eis o Perfil até aqui e agora de uma Mulher-Presidenta que faz da disciplina a sua regra, do autoritarismo a sua norma gestora e do rigorismo político a sua estratégia de combate à inflação, contenção dos gastos públicos, diminuição do crédito e quase um equilíbrio nas taxas de juros.
Assim consegue regularizar a economia, bem administrar o PAC, conviver com o Fome Zero, o Luz para todos e o Bolsa-Família, o Minha Casa Minha Vida, e dizer para as brasileiras e brasileiros que “País rico é país sem pobreza”.
5. Algo de positivo, quem sabe
Em sua gerência do País chamado Brasil, a Presidenta também mostra seu lado otimista de encarar a vida, sua austeridade na economia, seu favorecimento do social, o bem-estar da população, o equilíbrio das finanças e seu desperto combate à inflação, seu convívio sensato com inimigos e amigos, seu gosto pelas novas tecnologias e o incremento da internet e da banda larga em nosso território, seu comportamento ético sem distorções, sua alegria com familiares e colegas de trabalho, seu discurso de esperança permanente para todos os cidadãos e cidadãs, seu interesse e boa vontade com os estrangeiros e as causas internacionais, sua boa intencionalidade na gestão pública e privada, ora admoestando companheiros e companheiras ora criticando parceiros do poder e da política, enfim, a Presidenta igualmente apresenta um fator psicológico cuja identidade é a busca da saúde coletiva e o bem-comum das sociedades e o bem-estar de cada um dos brasileiros e brasileiras. Leve-se em conta ainda sua tolerância com os contrários, sua compreensão das questões urgentes, interessantes e mais importantes do Brasil, sua convivência com aparentes adversários não perdendo a oportunidade para dar um conselho positivo, ou uma advertência administrativa ou mesmo acrescentar conteúdo às conversas com seu Partido e demais integrantes de seu governo. Dilma, ora austera ora repousante sabe fazer a diferença entre as coisas, e usa bem o seu discernimento para opinar na hora certa, interferir quando preciso e ajudar na construção de um país para todos onde todos sejam ricos embora a pobreza seja um fantasma que assombra nossos ambientes regionais. Com Dilma, a esperança continua.
6. Uma faxina em nome da austeridade, rigor e disciplina
Quase 8 meses de Governo e Dilma vem fazendo uma faxina geral em seus ministérios com 4 ministros já demitidos, críticas e turbulências entre seus aliados e adversários, apoio e negligência de muitos, contando com a atitude dialética do PT que insiste em sua independência do Poder da Presidenta embora se veja submetido ao seu apoio e disponibilidade em não se isolar da esfera política da Autoridade máxima do país, convergindo em alguns pontos – lembrando o ex-presidente Lula – ou divergindo em uma tentativa de elevar o Partido a uma condição de autonomia em relação à gestão presidencial. Com austeridade, Dilma conduz a economia, disciplina a luta interpartidária e atua com rigor na política de manter estabilidade e sustentabilidade em seu projeto de governo, consolidando iniciativas que revelam sua qualidade técnica de administradora pública – como as obras do PAC -, seu lado ético bastante respeitoso e reverenciado por quase todos ainda que em alguns momentos sua individualidade pareça acima do bem público, ou sua esfera pessoal, seu caráter e personalidade agressiva e explosiva tentem esconder sua obrigatoriedade de incentivar o campo social e coletivo de todos os brasileiros e brasileiras. Dilma age com vontade de acertar, mas precisa dominar-se a si mesma e controlar suas emoções e paixões, em nome de suas virtudes morais e espirituais, e do bem-estar do povo brasileiro. Embora no passado tenha conhecido a exclusão e a marginalidade política, consegue agora bem gerir seu governo, vacilando um pouco por causa de suas “razões instáveis”, “ações inconstantes” e “atividades ás vezes sem teto nem chão ou sem portas nem janelas”. Sua firmeza de caráter precisa igualmente da respiração saudável da amizade e boa companhia de seus adeptos, seguidores e simpatizantes. Dilma permanece a mesma. Aos poucos vai aprofundando sua ânsia de bem conduzir o país. Que ela no entanto não se esqueça que a natureza humana e seus efeitos políticos, econômicos e sociais caminham com o bem e o mal, com contradições profundas ou aparentes, contudo também com as virtudes de sua postura ética bem fundamentada. Dilma vai bem.
7. Tentando arrumar a casa
Até aqui, Agosto de 2011, a Presidenta vem buscando ajeitar a República, e, despossados 4 ministros – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes; Nélson Jobim, da Defesa; e Wagner Rossi, da Agricultura – ela e seu governo fazem “uma limpa” geral, procurando dissolver em seus quadros políticos e em sua base aliada no Congresso as estruturas de corrupção, imoralidade, falta de ética comportamental, ausência de transparência de virtudes, o que a faz ser aprovada pela sociedade, a imprensa e a opinião pública, que confirmam seu estilo austero de governar, batem palmas para a sua higienização da Presidência e ratificam seu modo disciplinado de conter os excessos, diminuir os gastos públicos, ignorar intemperanças e extravagâncias, colaborar no sentido de levar o Brasil às alturas de uma nação bem desenvolvida, convergente com os páíses emergentes, concordante com as sociedades plurais, ansiosas por saúde social e coletiva, e bem-estar individual e grupal. Deste modo, Dilma Roussef tenta arrumar a casa brasileira, e ninguém melhor que ela, mãe e mulher – apesar das ameaças do câncer e de seu estado de separação – para providenciar uma faxina geral nos contextos do Poder e sua gestão que com rigor, vigor e valor, consegue encaminhar soluções para as grandes questões nacionais e internacionais, responder com idoneidade e qualidade de conteúdo governamental às gigantescas interrogações da sociedade, aliviando problemas e projetando as mudanças necessárias para um outro, novo e diferente Brasil, em sintonia com sua natureza de país aberto a grandes possibilidades, que busca alternativas diversas para os seus imensos questionamentos, e que anseia por superar suas turbulências políticas e sociais, a crise financeira internacional, através da maneira simples e ética de bem gerir o governo, razão de Dilma trabalhar valorizando a boa consciência moral e uma certa espiritualidade natural em que sua autenticidade revela seu desejo positivo de metamorfosear a vida brasileira, nela inserindo novas esperanças de existência e variadas injeções de ânimo e entusiasmo para os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras. Assim, a Presidenta da República consegue ter ao seu lado quase todo o povo brasileiro, aparentemente satisfeito e realizado com sua gerência moralizadora do sistêmico aparelho de governo. Dilma sabe das coisas.
8. Crise no Governo ?
Talvez a sabedoria do tempo saberá dizer melhor do que nós se o atual momento da gestão de Dilma Roussef podeser chamado de crise, crise permanente ou transitória, todavia o fato de que em quase 8 meses de governo 4 ministros terem caido de seus cargos quem sabe vem preocupando a própria Presidenta e seus ministérios, os especialistas de plantão e seu quadro azul de adeptos, seguidores e simpatizantes, os amigos de seu Partido e seus correligionários, seus colegas do poder legislativo e judiciário, bem como toda a imporensa em geral, a opinião pública em particular e a maioria da sociedade civil, boqueabertos com a expectativa de que o que vem se passando no estado político do governo possa ser ou não uma crise duradoura, que tem consequências na área econômica e financeira, causando instabilidade e turbulência na administração pública, transtornos nas relações interpartidárias e distúrbios de ordem ética e espiritual nos comportamentos de alguns cidadãos e cidadãs do congresso nacional e demais pastas, cargos e funções da gerência presidencial, o que pode caracterizar certamente instantes decrise políticae gerencial, podendo afetar o transcurso do poder constituido e suas ações e atividades interventoras nos destinos presentes e futuros do povo brasileiro. O que se observa aqui e agora é um estado de confusão administrativa, complicações nas atuações dos demais ministérios, disputas interpartidárias e duelos de pontos de vista diferentes e contrários, diversos e adversos. Parece que um tufão político-ideológico vem sacudindo o Planalto, derrubando tradições antigas e dilatando os espaços para idéias e ideais reformadores capazes de realizar mudanças para melhor nas metas e resultados dos programas governamentais e seus efeitos na sociedade brasileira. Dilma com seu vigor ético e sua postura austera e rigorosa pode estar segurando o barco da crise sacudido pelas ondas de um mar onde as contradições ameaçam a estabilidade econômica, a tranquilidade das obras geridas e a segurança com que parece conduzir a Presidenta os objetivos centrais deseus programas de governo. Dilma resiste à crise e leva adiante o seu projeto de consolidação da ética e rejeição da corrupção administrativa e seus laços de imoralidade aparentemente reinante e de ignorância moral a imperar em seus quadros políticos. A Presidenta parece ignorar a crise. Para ela o mais importante é salvar a moralidade do seu governo e fazer com que as coisas caminhem segundo um padrão ético bem orientado, e que o tempo saberá aprovar com oportunidade e clarividência. Dilma, a ética acima de tudo e de todos.
9. Lutando pela transparência
O que vem marcando seu governo, em quase um ano de gestão, é a sua busca por uma ética comportamental bem lúcida, clara e distinta, a partir de que desenvolve rigor na economia, disciplina no convívio interpartidário, austeridade na administração de seus ministérios, sempre colocando em foco sua atitude de quem anseia por ordenar a casa, organizar sua gerência de obras e atividades múltiplas, polivalentes e multifuncionais, em que a regra tem sido a boa conduta de seus adeptos, amigos e seguidores, a boa consciência política no trato com as questões públicas, sociais e coletivas, a definição de uma lei gestora identificada com a procura de legitimidade governamental, para isso tem contado com o favor da sociedade civil, com o olhar positivo da mídia e da imprensa em geral, com a aprovação da opinião pública segundo as estatísticas do IBGE, fatos esses que vêm animando sua capacidadeadministrativa, impondo a seu governo uma certa espiritualidade natural onde a norma é a razoabilidade, o equilíbrio orçamentário, o bom-senso das coisas, a sensatez no convívio com as diferenças e contrariedades, a tolerãncia com os advesários e a compreensão com os pontos de vista diversos e adversos. A Presidenta Dilma se preocupa em personalizar sua gestão pública intervindo quando pode em nome de um perfil ético bem consolidado com o tempo, com conhecimento de suas potencialidades governamentais, conduzindo seu cargo de maneira autêntica, vedadeira e transparente ainda que a oposição a critique com veemência e assiduidade e a dialética de interferências pluridimensionais seja uma constante em sua alternativa administradora, o que apesar disso a faz uma lutadora por bem definir sua função presidencial, personalizando sua governabilidade, dando-lhe caracteres éticos e espirituais bem precisos e profundos, enriquecendo-a com a sua boa disposição ideológica, seu equilíbrio psicológico, mesmo que muitas vezes pareça “estourada”, “explosiva”, irritada com a turbulência governamental, preocupada com as contradições de seus correligionários, em dúvida quem sabe talvez quando seus colegas de trabalho “vacilam” na guerra contra a corrupção, na batalha a favor da disciplina moral e no combate que tende a afastar de si a violência convivencial e a agressividade de seus ministros ou membros do senado e da assembléia dos deputadosfederais. No convívio com o PT mostra-se independente de seu partido mesmo que interdependente de suas intervenções partidárias e interferências positivas no sentido de melhorar seu quadro gerenciador da política governamental. Dilma tem sido até aqui e agora bastante transparente. O tempo dirá de sua intencionalidade, boa ou má, na condução dessa ética que põe tudo claro em cima da mesa. Dilma é uma luz.
10. Corrupção
Um mal a ser vencido
A recente queda de 5 ministros do Governo Dilma – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes: Nélson Jobim, da Defesa; Pedro Novaes, do Turismo; e Wagner Rossi, da Agricultura, todos casos envolvendo desvio de dinheiro público para uso de iniciativas privadas, aliadas da perversão moral e turbulência espiritual, trantornos na ética e distúrbios na mente e no corpo, com alterações no comportamento de grupos e indivíduos, refletindo o desequilíbrio dos ministérios governamentais e a insensatez da má utilização do capítal em benefício de interesses piratas e de intencionalidades violentas e agressivas, eis apenas um exemplo da “cultura da corrupção e do roubo”, males que atingem o Brasil e o mundo afora, como os casos de Berlusconi, na Itália, e Sarcozy, na França; a crise financeira internacional que desde 2008 vem interferindo na economia e política dos Estados Unidos da América, países da Europa como Portugal, Grécia e Irlanda do Norte, talvez a Espanha e quem sabe a Itália de Napolitano; o engrossamento das finanças do ex-ministro Antonio Palocci cujo patrimônio financeiro cresceu de ora para outra sem ninguém saber como ou como o enriquecimento ilícito vem perturbando as sociedades brasileira e internacional com autoridades, chefes de governo e pessoas de alto gabarito que têm carregado no bolso o dinheiro do povo, os favores públicos e os créditos sociais, que deveriam ser utilizados na busca de melhoria de condições de vida e trabalho, saúde e educação das sociedades nacionais e estrangeiras, o que nos faz refletir sobre o papel do Estado e da Democracia urbana e rural que deveriam estar a serviço do bem geral de suas populações e não produzir aberrações sociais e econômicas como o mau uso do capital social e dinheiro público, desvios para satisfazer os interesses privilegiados de uma certa minoria tornando a maioria do povo isenta e alienada de seus créditos coletivos e bem-comum de suas sociedades e bem-estar de seus povos. Assim se constitui a corrupção no Planeta, invadindo governos inteiros e mergulhando em sociedades aparentemente de bem com a vida e ordenadas politica e financeiramente. Todavia as atividades corruptas e as atitudes corruptivas agem assim: trabalham sem ninguém ver, seu espaço está por debaixo dos panos, seus planos são ocultos da maioria e seus interesses, privilégios e intencionalidades são mal usados para servir aos gigantes da política, da economia e da sociedade, não só membros do governo como também empresários e banqueiros, ONGs e industriais, chefes do comércio e donos de multinacionais. Assim se espalha a corrupção: de modo veloz e apressado, rápido e ligeiro, e como o efeito cachoeira leva tudo pela frente, atropela os inocentes e maltrata quem não tem nada a ver com isso. É o jogo dos grandes e poderosos, gigantes do dinheiro e doutores do poder. Nós, sociedade de bem e do bem, somos na verdade as primeiras e grandes vítimas desse jogo de interesses escondidos, ocultos aos nossos olhos, manipuladores da verdade, corruptores do bem e das virtudes, e que desviam a sociedade, a imprensa e a opinião pública dos verdadeiros privilégios em jogo, dos grandes interesses por trás dos fatos e das más intencionalidades disputadas pela pequena minoria. A Corrupção está aí, por aqui e por aqui. No emprego dos trabalhadores, ou nos relacionamentos de rua e de família, ou mesmo na Igrejas e instituições variadas, no serviço militar e outros. As mulheres vendidas para o exterior, crianças e adolescentes que se tornam comércio de interesses estrangeiros, o trabalho comprado com intenções ruins de monopólio de dinheiro e desvios do bem público, a alienação de propriedades, a pirataria comercial, o trabalho escravo, o trafico de drogas e entorpecentes, a venda de maconha e cocaína a céu aberto nos morros e favelas, a polícia sendo comprada por bandidos e traficantes e assim por diante. Como se vê a corrupção está presente aqui eagora. E que a Presidenta Dilma Roussef que se cuide pois as ações corruptas e os atos corruptivos podem estragar o seu governo e destruir tudo de bom e de bem que ela e sua equipe de trabalho vêm fazendo até agora. Sim, a corrupção é um mal. Que pode destruir o mundo e a sociedade, caso não despertemos de nossos sonos metafísicos e acordemos de nossos sonhos azul-dourados. A corrupção é uma praga social. Um veneno político. Uma mancha negra da economia e da sociedade. Que Deus nos ajude a vencê-la em nossas casas e apartamentos, em nossos trabalhos e empregos, na rua e no comércio, na vida e na sociedade. Nessa luta, abracemos as armas do bem e de virtudes como o respeito mútuo, uma vida direita e responsável, o equilíbrio da mente e o bom-senso das coisas, o otimismo de uma vida levada com sorriso e alegria. Sim, apesar da corrupção, Deus é brasileiro e o Senhor é carioca. Sim, podemos vencê-la. Basta boa vontade política e uma vida de bem e de virtudes elevadas. Acredito nisso. Creio ainda que a boa educação e o equilíbrio ético ao lado de uma forte espiritualidade natural são iniciativas que a médio e longo prazos nos ajudariam a superar a corrupção no país e seus efeitos nocivos para toda a população. Virtudes como o respeito mútuo e a responsabilidade interpessoal garantiriam o bom-senso das coisas e a sensatez de quem ultrapassa o caos corruptivo e transcende os limites e fronteiras corruptoras da sociedade. Sim, onde há corrupção, a moral está lá embaixo. E para elevar o grau de moralidade da vida cotidiana é preciso de uma educação de qualidade a começar nas famílias e nas escolas percorrendo um quadro ético e um nível de espiritualidade onde os cidadãos e cidadãs e suas comunidades sejam levados a sério, assumidos com o compromisso de ajudá-los na obtenção de conteúdos de saúde social bem ordenada, de bem-estar individual e coletivo bastante disciplinados e do bem-comum da realidade humana grandemente organizado tornando assim as condições de vida e trabalho do povo em geral desenvolvidas com um processo de evolução da consciência e da liberdade, capazes de transmitir felicidade e otimismo para todos e cada um. Desse modo considero que ganharíamos da corrupção e seus efeitos negativos e pessimistas para todos. Urge trabalhar nesse sentido.
11. “Não inventamos a Crise,
mas devemos fazer a nossa parte”
Em relação à economia e à crise financeira internacional, Dilma considera que mesmo que não sejamos os responsáveis por sua iniciativa, ainda assim devemos trabalhar para não cairmos em depressão econômica, lutar por manter a estabilidade e buscar a autonomia e a independência nessa área embora seja preciso fazer intercâmbios e interatividades com os países emergentes, em desenvolvimento e os desenvolvidos, contudo garantindo nosso status quo, nossa supremacia sobre a inflação e boa gerência sobre as atividades e o fluxo da economia, procurando uma política de austeridade, rigor e disciplina que encaminhe com firmeza e solidez os problemas e soluções econômicas, e nos ajude a segurar o nosso equilíbrio fiscal e monetário e definir com sobriedade e sensatez os rumos de nossa opção financeira local, em sintonia com o estado internacional da economia, condicionando essa sintonia ao compartilhamento de nossa criatividade, talentos e carismas interventores da boa convivência mundial, base de princípios e valores orientadores do bom estado das relações e interesses plurais, polivalentes e multifuncionais existentes entre quase todos os países do Globo. Com efeitro, devemos fazer a nossa parte. E colaborarmos para o progresso dos povos e o desenvolvimento sustentável das sociedades, e com o processo evolutivo das economias que se cooperam mutuamente. Para Dilma, o importante é garantir a nossa estabilidade e sustentabilidade, embora a nossa volta as turbulências existam e as dificuldades se imponham globalmente. Somos uma nação que quer ser sustentável em todos os sentidos.
12. Dificuldade em manter a estabilidade
O estado de turbulência e dificuldades em seus ministérios e no convívio interpartidário e ainda com seus colegas do Congresso Nacional, tem feito o Governo Dilma lutar para sustentar sua estabilidade institucional, estrutural e sistêmica, manter a sua tranquilidade política, garantir a constância econômica e a permanente boa vida do social, transformando sua gestão em uma atividade cujo empenho é zelar pela saúde de sua ordem interna, disciplinar as bases aliadas e organizar com rigor o combate com adversários e não simpatizantes de sua linha direcional de onde carrega de boas alternativas e possibilidades sua administração pública. Sim, garantir a estabilidade governamental, manter a disciplina política e trabalhar com coragem para mudar para melhor quando necessário, eis a tarefa atual de Dilma Rousseff e seu governo de ética bem comportada ainda que surpresas aconteçam, atitudes grotescas dêem um colorido novo a sua gerência e ações inovadoras e do estilo “de repente” sejam uma permanência viável em suas estratégias de condução da política brasileira e seus contatos com o exterior. Embora criticada pelos inimigos, problematizada pelos partidos contrários a ela, contrariada muitas vezes pela imprensa e sofrendo da adversidade até da intimidade de seus colegas de partidos aliados, ela se mantém firme, conduz com seriedade e severidade seu caminhar, esforça-se por sustentar a boa harmonia e sintonia entre seus ministros e assessores, o que reflete seu estado deatenção e solicitude pelas causas nacionais e seu desejo sincero ou não de levar o Brasil a um progresso continuado, andando para a frente e para o alto, em direção dos países desenvolvidsos, qualificando-se como grande potência mundial daqui há alguns anos. Estabilizar a política e consolidar a economia e sustentar o social, eis sua estratégia de governo e seu artifício administrativo. Nesse processo, quem ganha somos todos nós. Ganhamos com sua pedagogia de busca de resultados positivos e metas e objetivos dequalidade para todas as instâncias governamentais, suas áreas de serviço e programas de execução orçamentária como o PAC, o Minha Casa Minha Vida e outros. São créditos que tornam saudável e agradável a vida cotidiana de brasileiras e brasileiros. Estamos com você, Dilma!
13. Administrar e controlar bem a inflação
Medidas antiinflacionárias como a elevação das taxas de juros, a diminuição do crédito no mercado, o aumento de impostos e taxas, são estratégias de governo que visam o aumento das despesas populares e o enfraquecimento do consumo interno, artifícios que geram uma sociedade mais austera e equilibrada, mais rigorosa e sensata, mais severa e disciplinada, mais ordenada e organizada, talvez mexendo na saúde social ou causando transtornos no convívio cotidiano, contudo são freios de uma economia que quer avançar e luta por conquistar o seu espaço na sociedade, garantir sua sustentabilidade e manter a sua estabilidade financeira ainda que as contradições culturais e as turbulências sociais sejam oposição às suas normas de conduta bem ajuizada, definidas como necessidade estrutural e indispensável na manutenção do progresso do país, seu desenvolvimento sustentável, seu crescimento científico e tecnológico e sua evolução positiva em uma consciência aberta a outras, novas e diferentes alternativas e possibilidades, construtoras de uma liberdade autêntica, verdadeira e transparente, portas da felicidade coletiva e individual. Tais prerrogativas sugerem uma nação de bem com seu povo e em paz com suas comunidades, tendo o Estado assumido o seu papel de regularizar a economia e regulamentar a política, inserindo na sociedade brasileira conteúdos e programas capazes de articular o seu bem-estar social, a sua saúde coletiva e o bem-comum de toda a sociedade. Dilma está ciente disso e conta com seus adeptos e seguidores, parceiros de caminhada na condução dessa política de bem geradora da verdadeira paz interior e externa. Precisamos dealguém disciplinado que ordene todas as coisas e organize todas as atividades sociais, culturais eambientais. Dilma e sua equipe de trabalho parecem desempenhar bem essa função. Seu jeito tranquilo aparenta seu anseio por ordem no governo,o que deve refletir a paz e a calma que devem orientar toda a sociedade brasileira. Que o Brasil assim seja um exemplo para outros países Que todos cresçamos com sustentabilidade, trabalho e estabilidade, consolidando entre todos e cada um nossos princípios e valores de boa convivência orientadores do bom respeito entre as pessoas e do compromisso responsável com a evolução da nação brasileira. Queremos progredir sempre.
14. A Vida é processo
A História política dos governos brasileiros, desde a proclamação da República com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto até José Sarney, os 8 anos de Fernando Henrique Cardoso, os 8 anos de Lula, até chegar a Dilma Rousseff, mostra claramente que a vida não é feita de “milagres”, todavia ela é um processo contínuo de construção de estabilidades e instabilidades, de crises e dialéticas, de reformas e revoluções, de instantes tranquilos e de momentos turbulentos, o que nos faz entender porque a atual Presidenta se dê tão bem com seus apadrinhados no caso Collor, Fernando Henrique, Sarney e Lula, pois sabe que se chegamos até aqui e agora, isso se deve à luta e trabalho de cada governo, que produziu e se deixou produzir por gestões anteriores, a partir de que temos o Brasil de hoje, resultado desse processo político de geração de metas, objetivos e resultados que cada qual foi propagando ao longo do tempo, cada um em seu lugar na história, porém usando de sua criatividade e tradição, hábitos e costumes para transformar para melhor o povo e o território brasileiros. Assim, através de um método histórico crítico e dialético foi se realizando o país que temos agora, com a economia estabilizada, a moeda constante, o avanço nas questões sociais, científicas e culturais, convivendo a sociedade nacional e internacional com os detalhes, diferenças e singularidades de cada governo, que fez resultar a nação brasileira de nossos dias atuais. De fato, a vida política é processo, e os “milagres” não existem. Somos movimento e não paralisia. Somos mobilidade e não repouso. O Tempo não pára e prossegue a caminhada dos homens e das mulheres. Dilma compreendeu esse fato. O Passado construiu o presente de hoje. Por isso, devemos ser amigos de todos os presidentes e suas administrações geradas. O Mundo é processo.
15. Personalizando o seu governo...
A Presidenta Dilma internamente e com suas viagens ao exterior tem procurado caracterizar a sua gestão nela imprimindo seu caráter sério e disciplinado, seu rigor na administração pública, sua sensibilidade nas questões relativas à inflação e seu controle, o convívio interpartidário, sua relação positiva com senadores e deputados federais, prefeitos e governadores, seu interesse pelo PAC e demais programas governamentais, sua boa intenção em dar esperança e entusiasmo ao povo brasileiro na sua luta por bem-estar social e progresso cultural, evolução da economia e desenvolvimento sustentável de toda a nação, inserindo ainda seu jeito feminino de ser, seu modo romântico de tratar a política nacional e internacional, sua maneira calma e tranquila, educada e inteligente, e bastante ética, de conduzir os destinos do país, incluindo em sua agenda presidencial conteúdos de governo onde salienta e enfatiza o lado social dos brasileiros e brasileiras, o incentivo aos trabalhadores e seu Partido o PT, animando ministros e assessores na gerência regulada por normas de conduta muito moralizantes e espiritualizadas, o que propriamente enriquece seu gerir presidencial com a excelência de seu bom comportamento equilibrado, sua visão otimista da história, sua alegria de tratar a todos mesmo que mantenha a suaseriedade gestora, seu sorriso quando nos fala discursivamente, apontando outros, novos e diferentes caminhos para o presente e futuro da realidade brasileira, tendo em vista a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, eventos que marcarão o posicionamento brasileiro perante o mundo interno e externo, deles dependendo a imagem do Brasil e a interpretação positiva ou negativa de todos os Estados estrangeiros sobre a eficácia, a qualidade e a profunda magnitude dos esforços do Brasil por garantir segurança e tranquilidade aos turistas estrangeiros e à população brasileira comungantes e participantes dos empenhos desse Brasil de Dilma Roussef. Como se observa, a mulher brasileira chamada Dilma vem arrumando bem a casa do Brasil, apesar da aparente crise do governo com a já queda de 5 ministros que se afastaram por motivos de aberração administrativa, corrupção moral e carência e insuficiência na disposição para seus cargos e funções. Dilma assim personaliza a sua boa gestão, todavia que ela não se esqueça que o mal existe e só a sabedoria do tempo e sua ética comportamental saberão sustentar o positivismo ou não de sua gestão presidencial. De fato, a Presidenta distancia-se de Sarney, afasta-se de Collor, fica longe de Fernando Henrique e mantém-se em seus caracteres próprios e específicos diante de Lula, divergindo destes ao posicionar-se publicamente e discordando de suas administrações ao dar ênfase ao momento seu de mulher e mãe, separada pode ser ou doente quem sabe, porém registra já sua personalidade concordante com alguns e convergente com outros, nela advogando sua definição de gestora competente, de administradora idônea e gerente do Brasil bem capacitada tecnicamente mas com o seu carinho feminino e romantismo peculiar expulsando do país o pessimismo de outrora e o negativismo que muitas vezes tomou conta da imprensa, da sociedade civil e da opinião pública. Dilma é a mulher trabalhadora brasileira, eis o seu perfil.
16. Volta o Fantasma da Inflação
Saber monitorar a expectativa inflacionária
Inflar ou inflacionar a economia é algo que pesa nas estratégias e artifícios de políticas públicas racionais, sensatas e equilibradas, instabiliza a sociedade e torna inconstantes as ações governamentais de controle da moeda e do câmbio, que passa a oscilar para cima ou para baixo dependendo da realidade de um mercado que precisa do controle gestor do governo e da boa vontade do comércio e da indústria, e dos empresários, a fim de que todos juntos inclusive a população possam monitorar esse fantasma inflacionário e dominar suas expectativas de risco para o setor financeiro do país, que fica desequilibrado e instável, segundo os gritos de uma economia mercadológica e macrolucrativa sem controle, pondo em perigo os créditos de uma área que deveria zelar pela qualidade da política econômica brasileira. Remédios como a diminuição dos gastospúblicos e aumento de taxas, tarifas e impostos, enfraquecimento do crédito bancário inclusive o consignado e elevação das taxas de juros, programas de incentivo educacional e de saúde, de infraestrutura urbana e rural, de aumento e valorização do trabalho e emprego, são não meros paliativos todavia uma verdadeira injeção positiva capaz de sarar os débitos da inflação, corrigir exageros e demasiadas políticas extravagantes, disciplinar o mercado e a vidasocial, ordenar a macroeconomia e organizar bem o andamento do intercâmbio de relações e conexões financeiras e políticas, sociais e culturais, o que ajuda muito no progresso da nação, no crescimento sustentável do país, na evolução otimista da consciência e da liberdade da sociedade rumo a um desenvolvimento alegre e equilibrado por parte do povo brasileiro. Deste modo, urge continuar monitorando a economia de modo positivo e otimista sem fugir da realidade, sensato e equilibrado sem cair na alienação dos fatos cotidianos, como o faz muito bem o governo e equipe de Dilma Roussef. É um trabalho que vale a pena fazer.
17. Um Governo que reflete um Mundo em crise
Os bem-te-vis que passam e circulam pelo céu nesta manhã de segunda-feira, dia 24 de Outubro de 2011, aqui no Rio de Janeiro, bairro da Tijuca, Cidade Maravilhosa, parecem profetizar: “Bem-te-vi, Dilma”. É verdade. Os passarinhos estão anunciando um presente e futuro para a Presidenta bastante promissores, positivos e otimistas, sem contudo fazer com que ela deixe de cair na real e constatar que o Mundo atual vive uma crise internacional do ponto de vista político e econômico e financeiro, de distúrbios em quase todas as sociedades modernas sobretudo na Ásia e no Norte da África como também na União Européia, e transtornos de ordem cultural, ambiental e espiritual. As experiências cotidianas são críticas e muito dialéticas, e talvez estejam fazendo a diferença e contaminando, afetando e contagiando o Governo de Dilma Roussef. Porque a queda de ministros, as críticas do PT, as turbulências com o Congresso Nacional, Senadores e Deputados, as ameaças da inflação, os conflitos internos entre seus correligionários, amigos e adeptos e seguidores, as dificuldades da política externa no relacionamento com alguns Estadistas da América e da Europa, os problemas enfrentados quando a nossa Mulher Superiora esteve recentemente abrindo a Conferência da ONU e ditando regras e condutas de boas intencionalidades para as nações integrantes da Organização, as contradições que envolvem seu contato com a imprensa e a opinião pública, e os meios de comunicação e a sociedade, a instabilidade de Programas como o PAC e Minha Casa Minha Vida, a insegurança muitas vezes demonstrada por seus assessores de plantão, a não tranquilidade refletida nos discursos e expressões de pontos de vista da sua equipe de trabalho, tudo isso, enfim, revela um reflexo de contexto interplenetário e global onde as pessoas vivem indefinições na sua conduta ética e moral, indeterminismos no seu empenho de trabalho e afazeres de rua e domésticos, vazios psicológicos que alimentam a confusão interministerial e complicam a vida governamental, apesar da compostura exemplar de Dilma, que exige moderação nas atividades presidenciais, rigor e austeridade na economia, trato sério com seus assessores, e uma linha de conduta em que a presença da mulher brasileira parece superar quaisquer crises de valores e insuficiência de princípios, falta de normas convergentes e ausência de raizes moralizantes que façam concordar os desejosos por contrariedades, que apelam para a violência no convívio com a coisa pública, e se tornam agressivos e insensatos, praticamente desequilibrados, quando assumem um bate-papo com os diversos escalões governamentais e demais estruturas sociais, como as instituições, ONGs e suas hierarquias administrativas. Quem sabe isso não seja um reflexo da crise internacional onde se vive sem regras, os valores estão alterados e os princípios sem fundamento, em que as normas sociais e as diretrizes políticas são desobedecidas em nome de uma liberdade que se identifica quase sempre com os apelos e anseios pela cultura descartável e uma mentalidade que tem na vida inútil e sem sentido e sem razão de ser, o motor das controvérsias e o operador sagaz das atitudes impensadas e discordantes e das ações divergentes e transtornadas. Talvez a crise mundial seja responsável por isso e esteja sim influenciando as atividades do Governo de Dilma Roussef. Parece normal esse reflexo. O que Dilma e sua equipe, assim como todo o povo brasileiro, não pode é perder a cabeça nessa hora, manter a sensatez e o bom-senso das coisas, agir com juizo e equilíbrio, e pôr um pouco de otimismo em suas políticas públicas sem ignorar ou deixar de sair da realidade. Abraçar sim o cotidiano, mas com a alegria de quem sabe o que quer e o que pode fazer pelo país. Isso me parece uma alternativa que a Presidenta da República do Brasil tem feito muito bem. Dar sempre esperança ao povo do Brasil. Aliás essa é asuafunção gestora e seu cargo de ocupante da maior tarefa nacional e internacional: dar a todos o seu sorriso bonito de mulher, e fazer com que seu romantismo natural seja um ponto de destaque e de alerta, uma porta aberta de esperança e paz e justiça social para todos os brasileiros e brasileiras, e a comunidade internacional. Dilma nesse aspecto tem se saido muito bem.
18. O Sexto a cair
Dilma Roussef parece não gostar de conviver com escândalos e ondas de corrupção em seu governo, o que mostra e demonstra sua idoneidade moral e compostura ética, sua disciplina comportamental e seu rigor e austeridade nas atividades cotidianas, no contato com sua gente e seus ministros e colegas de trabalho, de Partido o PT e do Congresso Nacional, que culminou com a queda do Ministro do Esporte, Orlando Silva, agora substituido por Aldo Rebelo do PC do B. Tal atitude da Presidenta se refletiu quando abriu a Conferência da ONU deste semestre e na sua ida ao G-20 para participar do convívio com nações em desenvolvimento, ricas e pobres, aí então manifestando sua ideologia política, sua cultura de mulher-gestora e sua mentalidade a favor do social, de uma economia sustentável e favorável aos trabalhadores e menos favorecidos, de preferência, enfatizando seu compromisso com a inovação tecnológica, a preservação do meio-ambiente, a abertura a todos os países de bem e anseio por uma vida de liberdade para todos, o respeito mútuo entre as diversas populações mundiais e a responsabilidade e compromisso com seus aliados espalhados pelo Planeta. Lá deixou claro que o Brasil também é um Planeta de Amigos, que deseja convergir com os pequenos e concordar com os grandes, definindo todavia sua autonomia e soberania perante todos, e sua independência e interdependência, interatividade de pontos de vista e compartilhamento de boas idéias a favor do progresso e sustentabilidade de todos os povos. Sim, Dilma, em tudo isso, revela seu lado humano e feminino, mas também sua coerência lógica e disciplinar determinada que está em não conviver com a corrupção e seus efeitos negativos e pessimistas nas sociedades brasileira e internacional. Que Deus ajude o governo Dilma a avançar fazendo as mudanças necessárias para um Brasil melhor, transformando para o bem de todos a vida política brasileira em uma tentativa de erradicação da miséria e do analfabetismo, da pobreza material, moral e psicológica, renovando a esperança do povo brasileiro em busca de saúde e bem-estar para os seus. Que Dilma se mantenha fiel aos seus princípios e não se deixe abalar pelas estruturas sistêmicas e aberrantes de uma corrupção que amedronta a quase todos. Dilma, nós confiamos em você!
19. Desestabilizar Dilma ?
Na história política de todos os povos do ocidente e do oriente, a cultura da estabilidade até aqui e agora sempre foi predominante, assumiu a característica de modelo ideal tanto para a Europa como para a América, desde a Ásia passando pela África e Oceania, sempre fazendo a soberania de ditaduras e democracias, de governos presidencialistas ou parlamentaristas, constituindo ao mesmo tempo a hegemonia de grandes estadistas e pequenos burgueses, de Estados autoritários e de Nações onde o império do populismo se fez presente e o reino das vias democráticas parece ser a opção política mais viável para as populações emergentes do Planeta. Observa-se todavia hoje tanto nos países asiáticos como a China e a Índia, o Japão e a Coréia do Sul, como igualmente no Norte da África como o Egito e a Síria, a Líbia e o Iraque, o Líbano e ospaíses árabes, inclusive a União Européia e a América Latina, que a instabilidade gestora começa a tomar conta da vida política de muitas gentes interessadas em qualidade de vida, governos transitórios, política descartável, ideais de Estado provisório, economias aceleradas, engajadas nas mudanças rápidas do mundo moderno e na metamorfose veloz que os países em desenvolvimento, em crise ou não, aspiram para si, como remédio para o fim da exploração do povo, e de povo para povo, e da manipulação de suas cabeças, definindo a partir de agora a inconstância governamental e a desestabilização da política interpartidária, onde os Imperadores caem e o Reis vão ao chão, Presidentes não se sustentam e primeiros-miinistros sem fundamentos desabam de seus sonhos metafísicos e se estragam em seus monopólios destruidores de si mesmos. Parece que as populações desenvolvidas e emergentes querem acabar com a categoria de estabilidade que sustentou e garantiu historicamente a vida política e econômica de muitas nações em vias de progresso sustentável. Uma mentalidade desestabilizante parece também ameaçar o governo de Dilma Roussef que já aponta para todos a queda de mais Ministérios, a dialética negativa e pessimista entre o governo e o congresso nacional e seu Partido o PT, quando deputados e senadores e partidos de oposição anseiam por derrubar a consistência e a firmeza da Presidenta e sua equipe governamental. Nota-se uma tentativa de se desestruturar o sistema político brasileiro como alternativa de modificação do status quo da política nacional e internacional, determinando-se um quadro negro de posturas administrativas em que o importante é manter a instabilidade dos negócios, assegurar o lado descartável dos afazeres e empreendimentos, atitudes e comportamentos, definir um modo transitório de governar que impeça individualismos e monopólios ditatoriais e que construam a desconstrução de uma democracia agressiva e violenta onde as partes envolvidas nesse processo de transição garantam a efemeridade do regime, a provisoreidade dos modelos e a inconstância das mentalidades que possam garantir essa cultura da instabilidade. Então, Dilma se vê perturbada e molestada, provocada e ameaçada por essa cultura descartável que invade o mundo moderno alterando a permanência depolíticas estáveis, agora transformadas na transitoriedade das democracias que ainda continuam de pé. Tal ameaça já fez cair 6 ministros de Dilma, criam obstáculos aos programas do governo, bloqueiam as possibilidades de desenvolvimento de nações como o Brasil e outras. Dilma sofre os efeitos de Modelos em crise. Seu Modelo político aparentemente seguro e estável, austero e disciplinado, rigoroso e coerente, parece mesmo ser o próximo a balançar e cair no solo imperdoável das democracias sem fundamento. Faltam fundamentos ao Governo de Dilma Roussef ?
20. Uma Gestão Insustentável ?
Hoje, 20 de Novembro de 2011, Domingo, quase 11 meses de governo, a pergunta que está na boca do povo é essa: Dilma e sua equipe sustentarão sua administração até o fim ? Depois da queda de 6 ministros, o constante choque da Presidenta com os líderes do seu Partido e das ideologias interpartidárias, a corrupção que ronda seu gerenciamento político, a ameaça da inflação e da crise financeira internacional, a crise econômica e cultural que persegue as nações européias e o Norte da África e da Ásia, o Presidente Barack Obama na berlinda de seu país à beira de mais uma eleição presidencial, seus programas de obras inseguros, instáveis e inconstantes, como é o caso do PAC, o questionamento da autoridade da Presidenta por parte de seus colegas de trabalho, assessores, amigos, seguidores e correligionários, o balançar das emoções quando as críticas sobressaem, a dialética impera e a crítica se faz exaltada, tudo isso, enfim, mais a interrogação sobre o caráter de Dilma e sua personalidade eticamente bastante austera, rigorosa e disciplinada, seu modelo de gerência abalado pela doença de câncer na laringe de Lula, os debaes em torno de Sarney, Collor e Fernando Henrique Cardoso, todas essas coisas fazem a população brasileira em geral questionar a solidez de seu governo, a firmeza de sua gestão e a fortaleza da sua administração, muito alterada por toda essa turbulência política e violência financeira colocando em crise ou não a boa capacidade de gestão da Presidenta e seus ministérios. Será que a Dilma vai aguentar, com essa crise de valores e princípios éticos e espirituais, políticos e sociais, batendo à porta de seu gabinete da presidência da república ? Tomara que o tempo ajude a mulher-presidenta a manter o equilíbrio perante os contrários, controlar as contradições aparentes e dominar com autoridade e personalidade os excessos e extravagâncias de seu governo, principalmente daqueles seus opositores e que vêm pondo sua gestão na instabilidade da existência. Dilma parece segurar a sua gerência. Mas sabemos da pressão que sofre na tentativa de desestabilizar sua administração que nos parece agora frágil e fraca, doente e instável, refletindo um mundo em crise a sua volta, crise de normas, valores e princípios. Dilma parece estar precisando de luzes que lhe dêem uma boa orientação no rumo que deve dar ao governo. Que apareçam pois os “Iluminados”. Dilma está carente com tantos adversários em seu entorno. Sejamos faróis acesos para a Presidenta. Indiquemos para ela o melhor caminho. O Brasil agradece.
21. Um Governo sem fundamentos ?
Em recente pronunciamento, durante o lançamento de programas de saúde da família e afins, a Presidenta Dilma Roussef pareceu dizer: “Alguém nos sustenta”. De fato, idéias e normas de vida, princípios e valores éticos, políticos e sociais, e espirituais, ao lado de experiências positivas como o PAC, Minha Casa Minha Vida, Luz para todos, Bolsa Família, Fome Zero e outras, e de opiniões bem fundamentadas, estão a sustentar um governo aparentemente em crise. E quem garante esses sustentáculos governamentais ? Talvez a dialética de pontos de vista que se chocam, a crítica interpessoal que desestabiliza a muitos, a tempestade de atitudes e atividades contra o abuso da corrupção e de irregularidades nos ministérios, o temporal de ações transitórias sem constância alguma e sem fundamentos necessários, o duelo de comportamentos que lutam pela transparência contra a hipocrisia de empreendimentos ineficazes e sem utilidade, a falta de disciplina da parte de alguns, o exagero de austeridade na área econômica, o rigor com ministros e assessores, quem sabe põem em dúvida os fundamentos éticos e as garantias espirituais que sustentam a base governista e parlamentar, gerando uma crise de interferências negativas e intervenções pessimistas em campos onde somente a ética disciplinada poderia mexer, interromper seu processo e articular suas virtualidades. Se idéias e boas idéias sustentam o governo, então quem sustenta, garante e fundamenta essas idéias de fundo político e base econômica ? Talvez o caráter da Presidenta, de seus colegas do PT e de seus ministros de governo, sejam a fonte firme e forte a garantir o comportamento governamental um tanto eficaz, seguro e sustentável. A Personalidade de cada um colabora para a boa performance do governo e o perfil de seus agentes gestores, junto a uma população que oferece seu crédito nacional a quem se constitui fator de confiança do povo brasileiro ainda que os contrários da vida anseiem por inviabilizálos. É o caso de Dilma Roussef. Como mulher está arrumando a casa. Sem ignorar é claro os seus adversários de plantão, que a criticam a toda hora, minuto e segundo. Dilma se segura e segura o governo. Não pode vacilar. Acredita que as boas idéias vencerão as turbulências políticas e os discursos violentos de visões da realidade em que seus inimigos se apoiam para desestabilizá-la. Todavia, ela segue forte. Firme em seus princípios. Com fé em Deus que tudo vai dar certo.
22. Estão caindo os Modelos de Estabilidade ?
Que a Presidenta não se escandalize, porém que ela saiba que na Europa e na América, no Norte da África e na Ásia em geral, os Modelos de Estabilidade estão caindo, e sendo substituidos por governos transitórios, de pouca duração, praticamente descartáveis, insistentemente provisórios, transformando a política e a economia em fatores de instabilidade constante, onde os valores não permanecem e os princípios que regem e comandam a vida são mutáveis e passageiros, sofrendo de turbulências permanentes e de violências destruidoras de qualquer regime que se feche para o tempo e as emergências da história. Assim, que Dilma Roussef esteja preparada para as constantes mudanças na sua gestão, as transformações em seus ministérios e a metamorfose duradoura em seus programas sociais e de benefício para o trabalhador brasileiro. Que a crise da estabilidade não possa surpreender Dilma e sua equipe, e que se preparem para o jogo de modificações constantes em sua gerência presidencial. Sim, porque o mundo está em crise de valores. E esses valores transformados afetam a política e modificam a economia, alteram a estrutura social e transformam culturas e mentalidades desavisadas. Assim é a vida moderna. Uma metamorfose operante de raizes profundas e de essências mutantes. Só ficam as aparências.
23. Caiu Carlos Lupi
Mais um ministro, o sétimo, caiu no Governo Dilma devido a denúncias de corrupção, um fantasma político-ideológico que persegue a Presidenta e sua equipe gestora de trabalho. De fato, o ministério do trabalho e emprego também não soube sustentar sua moralidade, garantir sua sustentabilidade política e segurar a macumba ideológica que tenta indefinir e instabilizar a administração presidencial. Falta ética, boa educação e espiritualidade forte nos assessores da Presidenta, condições indispensáveis para uma gerência saudável e satisfatória, uma gestão sensata e equilibrada, uma administração realista e otimista. Dilma Roussef procura garantir sustentabilidade ao governo ainda que distúrbios internos e transtornos externos ponham aparentemente em crise sua condução moral e o comportamento de qualidade de seus ministros e assessores, amigos e companheiros de seu Partido o PT, correligionários e simpatizantes de sua ideologia política, sua cultura polivamente e mentalidade funcional, sua austeridade na economia e disciplina nos gastos públicos, seu rigor na direção de um governo que sofre as tensões da sociedade brasileira e as pressões cotidianas de membros da oposição, partidos diferentes e políticos que se fazem de adversários da causa dos trabalhadores e seus direitos sociais e familiares, como pretende defender a gestão Dilma. Essas são características de um governo que avança, dá suas pedaladas de progresso interno e externo, de boa convivência internacional, e empenho em levar adiante os programas e esforços do governo de levar boa vida e trabalho para brasileiros e brasileiras, buscando afugentar uma crise que é mais psicológica do que real, e oferecer à nação brasileira um caminho alternativo de evolução de sua consciência e liberdade de princípios e valores, bons orientadores da existência nacional. Assim caminham os brasileiros e brasileiras. Apesar da corrupção, Dilma sustenta o barco presidencial e conduz com sabedoria de mulher que sabe arrumar a casa e endireitá-la a vida política e econômica, social e cultural deste país emergente, em vias de desenvolvimento, fundamentado por uma gestão-Dilma quem sabe competente mas talvez bem capacitada para dar ao Brasil um presente e futuro de bem-estar social e boa saúde coletiva e individual. Dilma sabe das coisas.
24. Negromonte também sucumbiu
O Ano de 2012 começa para o governo Dilma já cheio de tarefas ministeriais como a sua reforma, viagens a simpósios, eventos e conferências, como o Fórum Social de Porto Alegre, os discursos em Cuba e Haiti e sua crítica aos direitos humanos, o que demonstra o reflexo da crise econômica internacional e seus efeitos na política e finanças brasileira, a instabilidade dos programas governamentais como o PAC e o Minha Casa Minha Vida, a infidelidade de simpatizantes, amigos e correligionários, os 32anos do PT, novas promessas de fazer política interpartidária, a proximidade das eleições municipais e a certeza de que a Presidenta balança na berlinda de uma insustentabilidade administrativa feita sem muitos princípios seguros e estáveis, e valores inconstantes, parecendo ser essa a sua Marca Registrada depois de um ano de gestão nacional. Embora rigorosa até demais, austera de certo modo e muito disciplinada aparentemente, seu governo talvez balance na berlinda de uma gerência impulsionada por atitudes descartáveis, ações transitórias e atividades provisórias e indefinidas, faltando-lhe raizes éticas e espirituais mais fundas e profundas, capaz de assegurar-lhe uma administração forte, firme e sólida, o que quem sabe foi visto no início de seu caminhar como Presidenta do Brasil, em 2011. Dilma Roussef precisa de mais estabilidade administrativa, segurança política, tranquilidade governamental e sustentabilidade comportamental, o que lhe daria mais transparência em sua abordagem e busca de soluções para os problemas brasileiros, os conflitos sociais e as dificuldades encontradas em uma democracia que se quer social e popular, segura financeiramente, mas que precisa da viabilidade de normas técnicas e morais que lhe ofereçam chão firme para governar. Dilma parece em crise. Contudo, só o tempo dirá quem é Ela e seu governo social, popular e democrata. Dilma no entanto como mulher e boa tecnicista tem tudo para dar certo como modelo de Presidenta em dia com sua ética de transparências sólidas. Dilma busca ser autêntica. Gosta da verdade quando esta obedece aos seus interesses e intencionalidades.
25. A Psicologia da Presidenta
Em seus Programas de governo como o PAC 1 e 2, o Luz para todos, o Fome Zero, o Bolsa Família, o Incentivo ao Crédito, o controle da taxa de juros ainda muito alta, o combate à inflação, a regularização da economia, o convívio com a diversidade e adversidade interpartidárias, a polêmica e a turbulência recíproca entre membros de seu Partido o PT e colegas do Congresso Nacional como deputados fiéis e senadores inadimplentes, a crise permanente onde a corrupção de alguns e a violência de outros tentam desestabilizar sua gestão austera, rigorosa e disciplinada, a confusão instaurada com a saída de vários ministros de Estado, suas viagens e intercâmbios nacionais e internacionais, sua política de direitos humanos e sua diplomacia com os estrangeiros, seus contatos em eventos da ONU e do G-20, da OMC e participação no caos da crise financeira internacional que atinge a Europa e os Estados Unidos, sua atividade interativa com países do Oriente e com os BRICs, novos compartilhamentos de conteúdo político e ideológico que revelam sua postura humana, natural e social, diferentes estratégias de articulação política e diálogo com os vizinhos da América Latina inclusive Cuba e o México, sua popularidade lá em cima aprovada pela sociedade brasileira, a imprensa nacional, estaduais e municipais e as mídias eletrônicas, digitais e virtuais, sua inserção na Internet e nas redes sociais e sites de compartilhamento, tudo isso enfim revela uma Presidenta ocupada com o Brasil e preocupada com a sorte de uma humanidade ainda pobre, trabalhadora e socialista, mesmo que mantenha diálogos com o capitalismo internacional e sua teia de dominações, prisões e escravidões ideológicas e psicológicas, o que reflete a humanidade e o jeito de ser mulher da Gestora Presidencial, líder da juventude estudantil, interessada na promoção humana de todos e cada um dos que trabalham por um Brasil maior e melhor e lutam por dignidade e qualidadse de vida para si e suas famílias e seus empregos, buscando o progresso físico e mental e emocional, a evolução da consciência e da liberdade, o desenvolvimento sustentável de suas comunidades locais e regionais, e o crescimento saudável e agradável em termos de política interativa, economia compartilhada, sociedade emancipada e cultura e mentalidade que avançam segundo os bons conhecimentos e experiências adquiridas, optando-se pelo bem que deve ser feito e a paz que se procura viver, onde a tranquilidade e a segurança de vida e uma vivência de estabilidade financeira são as marcas registradas de brasileiros e brasileiras desejosos de saúde coletiva e bem-estar social. Tudo isso reflete a psicologia da Presidenta, seu equilíbrio e otimismo, tranquila em suas ações interventoras e segura em suas atividades que interferem no destino da população brasileira viva, real e atual.
26. Algo positivo
Em maio de 2012, a Comissão da Verdade, a Lei de Acesso à Informação e o Programa Carinhoso se tornaram destaques na sociedade e imprensa brasileiras por revelarem o desejo de um Governo querer transparência em sua história política além de mexer na economia nacional quando tocou nos rendimentos do poupador em seu investimento de caderneta de poupança. Esses dados refletem o anseio da Presidenta e sua equipe gestora de fazer do Brasil um país de primeiro mundo, administrando bem a inflação e os empreendimentos dos brasileiros e brasileiras e ao mesmo tempo tornar verdadeira, lúcida e evidente os acontecimentos da ditadura de 1964, o que antes e depois ocorrera e seu trânsito de então. Tal parece ser o anseio do grupo estatal e governamental: mostrar aos cidadãos e cidadãs do Brasil o verdadeiro rosto do país, o que cerca a sua lucidez política e econômica, social e democrática, deixando claro sua intenção de esclarecer o que ocorreu tempos atrás em termos de nação brasileira. Assim se constitui a história brasileira desde agora e no passado, e o que vai acontecer de ora em diante. Lucidez e transparência devem ser a cara do Brasil segundo a Presidenta da República Dilma Rousseff neste início de século XXI.
27. Uma Gestão até aqui consistente, otimista e equilibrada
Como um rio cujas águas seguem sempre para a frente rumo ao oceano apesar das pedras no caminho e lixos no percurso, o governo Dilma tem se mostrado até hoje, início de junho de 2012, bastante vigoroso, equilibrado na economia, otimista nos planos de ação e programas de desenvolvimento, articulando a realidade cotidiana brasileira com investimentos em infraestrutura, meio-ambiente e tecnologias diversas, refletindo no país os passos e compassos que o mundo inteiro vem dando apesar da continuidade da crise americana financeira ao lado de uma Europa enfraquecida pelo crescente desemprego e intensa imigração, o que resulta em nações endividadas com pouco crescimento e uma austeridade e disciplina que até certo ponto têm debilitado as finanças tanto da Amárica quanto dos paises europeus. Mas Dilma permanece otimista, entusiasmando a nação com projetos inovadores e animando os cidadãos e cidadãs ao incentivar o crédito com juros baixos, controlar a realidade inflacionária, diminuir a carga tributária em alguns setores sobretudo de automóveis e casas populares e estimular o emprego oferecendo trabalho e dinheiro fácil aos trabalhadores e trabalhadoras. Na política interpartidária trabalha com um PT mais maduro porém ainda vacilante, que causa preocupações à Presidenta e seu grupo de comando, convergindo para uma rearrumação do convívio entre os 3 Poderes, a saúde da Imprensa e o bom desempenho em relação à sociedade cada vez mais animada com um país cheio de alternativas férteis na educação, trabalho e emprego, saúde e ecologia, tecnologia e informática, eficiente nos negócios nacionais e internacionais, mantendo boas relações com Cuba e a China, os Estados Unidos e a União Européia, revelando a todos as intencionalidades brasileiras e os interesses do Brasil ligados à cooperação sustentável entre os povos, a diplomacia e o diálogo entre populações plurais mas concordantes, diferentes todavia convergentes, determinismos que integram o Brasil com as inovações e articulações positivas da ONU e da OMC, universalizando um país sem fronteiras em termos de evolução da consciência e da liberdade, progresso sustentável, equilíbrio entre panoramas variados, rumo a uma globalidade onde o Brasil figura como nação emergente e bem a frente em sua rede de negociações políticas e financeiras visando o desenvolvimento mundial. Nesse processo, o Brasil mergulha no papel de um dos líderes da globalização interessada em mudanças saudáveis e agradáveis que visa o crescimento de todas as economias do Planeta. Sua sexta posição na economia mundial lhe dá a chance e a performance de um país integrado com a evolução positiva e otimista de todos os povos em desenvolvimento. O Brasil cresce.
28. Sem exclusões
O PAC 1 e 2, planos de ação como o Minha Casa Minha Vida, o Luz para todos, o Fome Zero e o Bolsa Família, o Programa Carinhoso, a Comissão da Verdade e a Lei de Acesso à Informação, o monitoramento e controle da inflação, os investimentos na economia, as emergências sociais, a emancipação política e o grande repertório cultural com inovações tecnológicas e projetos de sustentabilidade e preservação ambiental e defesa ecológica, têm incluido muita gente na comunidade participativa brasileira, integrando sociedades locais e regionais, intercambiando grupos e indivíduos de diferentes raças e diversidade sexual, de várias culturas, ideologias e mentalidades, convergindo pontos de vista até contrários e fazendo concordar opiniões adversas e visões da vida e da realidade cujas interpretações outrora afastavam uns dos outros, todavia que agora a partir de Lula e o Governo Dilma mexeram com o lado social do país definindo outras, novas e diferentes regras de ascensão política e social, grandes conceitos de cidadania, o que vem afastando de nós muitos dados de exclusões da vida brasileira, aproximando multidões, incluindo pobres, trabalhadores e menos favorecidos na realidade evolutiva brasileira, transformando em novos cidadãos e cidadãs grande parte de brasileiros e brasileiras. Assim incluem-se povos e comunidades de diferentes regiões do Brasil, provocando progresso e crescimento sustentável, a evolução da consciência e liberdade nacionais. Vem nascendo um novo Brasil: o país da inclusão cidadã, política e social, econômica e cultural, científica e tecnológica. Um Brasil para todos e cada um. Dilma, a Presidenta da Inclusão.
29. A Postura de Dilma
Nesses últimos meses e dias temos observado o comportamento da Presidenta sobretudo agora com a Rio+20, Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Sustentabilidade no Rio de Janeiro/Junho de 2012, a reunião de cúpula do G-20 discutindo a Crise Financeira Européia e a erguida dos Estadois Unidos de sua baixa economia sustentável, a deposição do Presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e encontros decisórios do Mercosul com a entrada possível da Venezuela no bloco e despachos na UNASUL, onde a Gestora n.1 do Brasil tem afirmado sua austeridade política, sua disciplina de controle inflacionário, seu rigor com o domínio da economia para que ela não caia na turbulência européia e americana, enfatizando os programas do PAC e planejamentos de Inclusão Social como o Fome Zero e o Bolsa Família, o que mostra, reflete e demonstra a sua disponibilidade em regularizar a vida e o trabalho do povo brasileiro, acima de tudo oferecendo condições de saúde e bem-estar aos mais pobres, carentes e menos favorecidos, considerando assim os projetos de seu governo sobre justiça social, políticas públicas em favor das minorias marginalizadas, eventos, simpósios e conferências sobre tecnologia e meio-ambiente, gerência de cidades e prefeituras, sempre abordando seu ponto de vista identificado com uma política de convergência internacional e de concordância com atitudes, ações e atividades voltadas para o bem e progresso da nação brasileira. Deste modo, Dilma salienta seu interesse e intenção de gerar um Brasil de mais emprego e melhores oportunidades, maiores alternativas de trabalho, saúde e educação, possibilidades de construção de vizinhos amigos e de países que compartilhem matérias comuns quando se trata de desenvolvimento social, cultural e ambiental. Assim a Presidenta se vê bem receptiva com todos e igualmente bem recebida por toda a sociedade nacional, tendo neste início de julho de 2012 sua popularidade subido para 56%. São dados e informações que definem bem a postura política e social do governo brasileiro nestes últimos tempos.
ANEXOS:
1. Lulismo,
Uma Política Alternativa ?
No cenário político brasileiro atual, aqui e agora, tem se destacado uma filosofia de vida regrada por pensamentos inovadores, sentimentos cordiais, fraternos e solidários e comportamentos que manifestam luta, esforço e empenho em favor dos trabalhadores do Brasil, da América Latina e do mundo inteiro.
É o chamado Lulismo.
Centralizado no Presidente da República do Brasil Luís Inácio Lula da Silva, torneiro mecânico de profissão, e em seu partido, o PT, o Lulismo criou um ambiente diferente de justiça social e libertação nacional em terras brasileiras, uma nova cultura social, política e trabalhista, um clima de esperança no meio da realidade cotidiana do povo brasileiro, que encontra em Lula um grande Advogado dos pobres e menos favorecidos e Defensor dos lutadores e trabalhadores do mundo todo, um bom Articulador da convergência político-partidária, um ótimo Negociador dos problemas nacionais e internacionais, um Promotor de alianças entre grupos e partidos diferentes e divergentes, um Manipulador de opinião cujo discurso revela sua preferência pelo ponto de vista pessoal, uma visão de mundo e de realidade mais personalizada e individualizada, um olhar sobre os acontecimentos sempre crítico e dialético ao mesmo tempo, uma interpretação sobre os seres e as coisas conforme aos desejos das minorias(negros, índios, homossexuais, mulheres, microempresários), à força dos sindicatos, aos direitos das associações de moradores e trabalhadores locais, regionais e globais, um Sonhador e Realista simultâneo que projeta o futuro do Brasil com base na infra-estrutura social, política, econômica e cultural existente em nosso país de hoje, um Investidor Social e um Alto Empreendedor do crescimento de empresas nacionais tais como o Correios, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, a Petrobrás(futura exploração da camada pré-sal no litoral brasileiro) e a Companhia Vale do Rio Doce, o Inventor do PAC(Programa de Aceleração do Crescimento), do Fome Zero, do Bolsa-Família, da constante valorização do salário mínimo, do revigoramento do INSS, de uma nova política de aposentadoria para pensionistas e aposentados desse mesmo INSS, da política crescente de alta dos juros do mercado, do controle permanente da inflação, de uma nova política econômica orçamentária onde o trabalho vale mais que o capital, a pessoa humana tem seus direitos a serem defendidos e preservados, buscando sempre recuperar o poder de compra do brasileiro, resgatando sua cidadania e seus direitos políticos e civis, Genitor de projetos de lei e de medidas provisórias que visam sempre a saúde e o bem-estar da sociedade brasileira, Gerador de reformas tributárias, políticas, jurídicas, sociais, culturais, econômicas e orçamentárias, Criador de boas tendências e novas possibilidades para os pobres e trabalhadores brasileiros, sejam eles ou elas jovens, pais ou mães de família, aposentados e pensionistas, ativos e inativos, Produtor de bons e novos horizontes para os velhinhos da Terceira Idade com o Estatuto do Idoso, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o incremento da Juventude Universitária oferecendo créditos e benefícios à UNE, às UEEs, ao Ensino Médio e Fundamental,
criando o PDE(Plano Nacional de Educação), o IDEB(Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico), o ENEM(Exame Nacional do Ensino Médio), incentivando as Faculdades e Universidades, os Centros de Pesquisa Científica e Tecnológica, o CAPES e o CNPq, dando mais verbas para a Saúde e a Educação, gigantesco Líder e Estadista junto às comunidades internacionais das Américas do Sul e do Norte, da União Européia, da Ásia e da África, levando os interesses brasileiros ao diálogo MERCOSUL, ONU e UNESCO, OMC, negociando o etanol e os bio-combustíveis com George Bush dos Estados Unidos no passado e hoje Barack Obama, visitando os BRIC(Rússia, Índia e China) estabelecendo então relações e intercâmbios culturais e conômicos, políticos e sociais, científicos e tecnológicos, animando permanentemente a Rodade de Doha e o bom relacionamento entre os países ricos e pobres, emergentes e desenvolvidos, pedindo mais ajuda aos famintos, pobres e miseráveis da Ásia e da África e do mundo inteiro, respeitando a Soberania e Autonomia de cada Nação, mostrando a importância da mútua ajuda, interdependência de povos e culturas, recíproca necessidade de interação e desenvolvimento de novas oportunidades de emprego e trabalho, novas capacidades de gerenciamento das políticas públicas nacionais e mundiais, novas possibilidades de compartilhamento de idéias e conhecimentos, vivências e experiências entre os indivíduos, grupos, sociedades e comunidades, enfim, o LULISMO está na cabeça do povo brasileiro, na filosofia de vida de cada trabalhador, no modo de vida de todo cidadão ou cidadã deste país, na imagem do Brasil que todos têm dentro e fora dessa Região Natural Continental que abriga a Amazônia e o Planalto Central, as Serras do Mar e da Mantiqueira, do Chuí ao Oiapoque, a riqueza ambiental, natural e ecológica de todas as suas áreas e territórios do Sul e do Norte, do Sudeste, do Nordeste e do Centro-Oeste, o poder econômico e financeiro de São Paulo, o imenso repertório cultural do Rio de Janeiro, as riquezas agro-pecuárias e minerais de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, as cheias e as secas do Nordeste, a miscegenação de raças e culturas do Sul do Brasil e do Sudeste em particular com a imigração européia histórica e tradicional e a grande migração dos campos e do interior para as grandes cidades e capitais, a força do real perante o dólar e o euro, o potencial de importações e exportações de produtos, mercadorias e serviços, o carinho e a amizade da população brasileira, e assim por diante.
De fato, o LULISMO, apesar de seus opositores, inimigos e adversários, e falsos amigos, é uma esperança nacional, quem sabe uma porta aberta a novas condições de liberdade e felicidade, alegria e contentamento para os amigos do Brasil, que moram e trabalham ou não aqui e agora, uma nova estrada de possibilidades que possam gerar para todos e cada um dos brasileiros e estrangeiros um novo ambiente de ar puro e de cultura do bem e da paz, do amor e da vida, em que se viva uma nova e boa vida de justiça e fraternidade universal, generosidade e solidariedade entre os povos, de alto astral e auto-estima elevada, de otimismo e pensamento positivo, de juizo e bom-senso, de respeito interpessoal e de responsabilidade social, cultural e ambiental, de ordem com direito e respeito, a partir de que se produza uma outra, boa, nova e diferente sociedade mundial, uma humanidade mais feliz e verdadeiramente livre.
Que Deus, o Senhor, abençôe o LULISMO.
Que faça dele, aqui e agora, e amanhã, sobretudo com as próximas eleições de 2010 para Presidente da República do Brasil, com a sua candidata, continuadora desse processo lulista, Dilma Roussef, provavelmente a mulher-presidente brasileira de nossos dias atuais, caso seja eleita em outubro desse mesmo ano.
Que Dilma, com sua boa articulação política e ótima experiência de gestão administrativa, como secretária de Estado e ministra-chefe da Casa Civil no passado recente, possa ser uma grande representante do pensamento lulista, uma intérprete razoável da prática bem construida até aqui do governo Lula.
Que ela seja, como Lula, a voz dos pobres e o grito dos trabalhadores por justiça social, direitos trabalhistas, dignidade humana e qualidade de vida, como o tem feito o nosso Presidente-Torneiro, no Brasil e internacionalmente.
Que assim pois a teoria e a prática lulistas possam continuar entre nós por muito tempo, trazendo saúde e bem-estar ao povo brasileiro.
Que o casal Lula e Dilma permaneçam no meio de nós por longos anos.
O Lulismo é uma força sindical e uma energia motivadora dos trabalhadores para o seu progresso social e crescimento econômico, evolução política e desenvolvimento cultural.
O Lulismo não é só humano.
É divino também.
2. Lula, de grande Articulador Político
a gigante Inovador Estratégico
É bem verdade que o ex-Presidente Lula não foi nenhum bombom de chocolate para a nação brasileira apesar do seu Ibope elevado no fim de seu segundo mandato, ainda que ele fosse mestre dos discursos improvisados e das palavras surpreendentes, sempre falasse bem dos trabalhadores, buscasse a aliança entre os diversos partidos, desejasse um PT forte, competente e amigo do povo, fizesse de seus coleguismo nacional e internacional uma oportunidade para incluir o Brasil entre os grandes emergentes, estabilizando a economia, procurando a inclusão social, difundindo a cultura brasileira por todos os cantos, articulando politicamente para manobrar seus adversários e fazer duas boas gestões, inovando na defesa da Amazônia e do Planalto Central e na sustentabilidade do Planeta, advogando as causas ambientais e os desafios ecológicos, inserindo diferentes políticas de tecnologia e ciência, desenvolvendo novas mídias digitais e a qualidade das virtualidades eletrônicas, impondo ao Brasil um ritmo de progresso nunca visto antes, pois ele convivia relativamente bem com todos, fazia muitos amigos internacionais, era criativo na linguagem e desejando um Brasil para todos, propagava o Fome Zero e o Bolsa Família, desenvolvia o PAC 1 e 2, fazia melhorias no país e lá fora com sua fama de sindicalista trabalhador do ABC e de torneiro mecânico que virou Presidente, assim era Luís Inácio dando a todos um novo jeito de ser brasileiro, brincando e sendo sério nas horas certas, um pouco nervoso em alguns instantes e inovador em termos de tratar a política com criatividade e originalidade. Eis o Lula da nossa gente. Pernambucano e brasileiro de mão cheia, grande na sociedade e gigante no seu Partido. É o Lula do Brasil do século XXI. Um grande brasileiro.
3. Mensalão: um Vírus, uma Chaga, uma Bactéria
O desvio de dinheiro público em favor do bolso de grupos e indivíduos particulares, políticos e empresários, certamente manchou o PT e atingiu fortemente a sociedade brasileira, desestabilizou a política interpartidária, criou inimizades no governo e crises no convívio entre executivo, legislativo e judiciário, indefiniu ações governamentais e causou indeterminismos nas relações entre o Partido da Presidenta e seus simpatizantes, amigos e correligionários, abrindo um buraço perigoso e um gargalo político que está custando caro para a idoneidade, legalidade e legitimidade do Partido de Lula perante a imprensa nacional e os meios de comunicação, a opinião pública e as exigências e questionamentos da sociedade brasileira. A denúncia de Roberto Jefferson do PTB levantou a crise entre os partidos sobretudo o PT e conferiu à política do Brasil um novo processo de escândalos sem fim, distúrbios intergovernamentais e transtornos na condução e gestão da Presidenta diante dos destinos, metas e resultados de sua política de inclusão social, de estabilidade econômica e bom relacionamento com países europeus e latino-americanos, o que fez o governo ponderar em benefício de controle dos mensaleiros e julgamento disciplinar e austero em favor da justiça social, do direito à verdade e transparência de comportamentos e situações que colocaram na berlinda a nação brasileira e o estado de direito ainda reinante em terras nacionais. Assim se espera que a justiça seja feita, os culpados sujeitos às penais legais e os inocentes reconhecidos por todos. Oxalá o povo brasileiro fique satisfeito com o trabalho do STF buscando justiça para todos. O Brasil precisa de transparência institucional. É uma chance de mostrar ao mundo inteiro a boa justiça brasileira e sua capacidade e competitividade em assumir, decidir e sentenciar o destino desse grupo de mensaleiros que quase destruiram a boa política brasileira e a imagem do Brasil no exterior. Que Deus esteja com os juizes!
4. 32 anos de PT
De 1980 a 2012, o PT desenvolveu uma ideologia forte, de princípios seguros e valores estáveis que bem o orientaram nesses 32 anos produzindo inclusão social, estabilidade econômica, pluralidade política e intensos e extensos repertórios culturais, articulando o PAC 1 e 2, programas de emancipação de cidades e sociedades, de emergência de comunidades que sairam de situações de pobreza e miséria para novos momentos de qualidade de vida e dignidade humana, o que salienta sua filosofia de vida voltada para os trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil. Assim vêm se constituindo o trabalho, as atividades, os esforços e os empenhos desse Partido de inseguranças em suas bases e de inconstâncias ideológicas, ainda que Lula e Dilma Roussef venham confirmando sua cultura de progresso social e econômico, evolução da consciência trabalhadora e sindical, liberdade de construir instituições e leis voltadas para a melhoria das condiçõesa de vida e trabalho, saúde e educação do povo brasileiro. Sua política de saúde popular e bem-estar social e econômico tem lhe valido créditos internacionais e bastante popularidade em locais e regiões do Brasil. Esse é o PT, um Partido de novidades ideológicas e de diferenças sociais que o tornam um Partido de alianças convergentes e de convivcência concordante. Se continuar assim dará muito crescimento positivo para a nação brasileira. Esse o PT da Bolsa Família e do Fome Zero.
5. O Perfil da Presidenta
A Crise de instabilidade política, econômica e social que vem atingindo muitos países da América Latina como Paraguai, Venezuela, Honduras e Haiti, regiões da União Européia como Grécia, Irlanda do Norte, Portugal, Itália e Espanha, e aréas internacionais do Oriente Médio como Afeganistão, Iraque, Irã e Síria, o conflito Israel-Palestina, Nações como a Tunísia e o Egito, parece ainda não querer perturbar o Governo Dilma que aparentemente mantém seu estilo de gerir com disciplina, rigor e austeridade, ainda que segura em suas manifestações, tranquila em suas atitudes e atividades, conseguindo ao mesmo tempo alinhar seu nível romântico de mulher separada e mãe com suas aspirações ecológicas e tecnológicas, sempre conectada com o mundo atual e online, ligada nos acontecimentos nacionais e participante dos temas e assuntos de interesse externo, permitindo-se levar uma vida de paz interior e antenada com a realidade dos pobres, trabalhadores e menos favorecidos do Brasil e do universo planetário inteiro. Dilma Roussef tem seu ponto de vista pessoal embora aberta a novas alternativas de política interpartidária renovando seu desejo de incluir socialmente a população brasileira investindo em diferentes empregos, outras chances e oportunidades de trabalho, saúde e educação, garantindo uma economia estável e sem o fantasma da inflação, o que reflete, mostra e demonstra seu comportamente flexível aos problemas brasileiros, enfrentando as dificuldades da sociedade nacional com calma interna e inquietude externa, características de seu governo disciplinador de seu Partido o PT e disciplinado ao convergir com diversas visões de mundo e de Brasil e variadas interpretações ideológicas concordando ou não com posturas tradicionais ou renovadas desde que sirvam para a melhoria das condições de vida do povo brasileiro, e compromissos responsáveis de cooperação internacional e colaboração da gente brasileira entre si. Assim a Presidenta traça o seu perfil de Governanta dedicada, trabalhadora, educada e inteligente, equilibrada ao tratar os conflitos domésticos e internos do país e otimista com relação ao presente e futuro da nação brasileira. Eis a administração Dilma:uma gestão alegre, séria, que não permite abalos, inseguranças nem falta de estabilidade em sua gerência política perante as comunidades locais e regionais que fazem o Brasil, além de procurar excluir de sua realidade presidencial a macumba da corrupção, causa de transtornos na vida brasileira e distúrbios na imprensa, na sociedade e nos meios de comunicação social. Dilma assim leva o país.
6. Política é Processo
A Ideologia Lulista
O Mito de que Lula tem sido o Messias do povo trabalhador brasileiro será desfeito e ignorado quando se entender e compreender sensatamente que a história política nacional não tem “milagres”, nem surpresas nem novidades em termos de grandes estadistas, governos criativos, gestões inovadoras, todavia decorre dentro de um processo histórico, e é a história temporal que revela a beleza da política e seus contextos de ideologias definidoras de um grupo ou partido, responsável pela grandeza do político ou do empreendedor partidário como se quer em áreas do Brasil. Assim entre o Gestor Fernando Henrique Cardoso e a Administradora Dilma Rousseff, Lula aparece como parte de um processo político, onde determinou suas preferências trabalhistas, trabalhou controlando a economia e incluindo socialmente a gente brasileira, investindo em infraestrutura, convergindo com nações em sua gerência exterior, o que reflete para nós que Luís Inácio Lula da Silva é integrande de uma evolução política, teve seu mérito, contudo é uma fatia política de um processo histórico cuja continuidade perfaz o ambiente de ideologias interpartidárias no interior das quais está o PT. Deste modo se observa que um Presidente deve ser entendido não por si só, entretanto como tendo um lugar e um tempo dentro de um processo histórico-temporal, responsável pelas grandes administrações locais e regionais, nacionais e internacionais. Lula teve seu mérito, mas dependeu do governo anterior e deve continuar posteriormente com Dilma Rousseff. Lula é apenas uma página do gigante livro da história. Nada mais que isso.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
O Rio da Vida
O Rio da Vida
A Vida é como um Rio, que passa e não volta mais...
Suas águas se movimentam sempre para a frente, em direção ao Oceano, e por elas navegam pescadores e viajantes, seguindo o ritmo da existência, pescando peixes bons e ruins, para fazer comércio ou servir de alimento para si e suas famílias.
No cotidiano da realidade, também nos encontramos muitas vezes dentro de um Rio, que ora nos leva para horizontes benignos e virtuosos, ora nos direciona para locais onde reinam o perigo, o risco de viver, os vícios das pessoas e a violência de alguns.
Igualmente, ainda que o mundo passe e a realidade seja veloz e corra depressa, precisamos de águas que permaneçam, de valores que fiquem e de princípios que dêem estabilidade e boa vida às nossas atitudes, ações e relações, e comportamentos no dia a dia.
Nesses Rios da Vida, encontramos pessoas boas que nos ajudam a percorrer as águas da existência com paz e calma, tranquilidade na alma e repouso no corpo.
Também os Rios da Realidade nos ensinam a continuar pescando, navegando sem parar, construindo a vida com os peixes bons que encontramos e ao mesmo tempo ignorando os peixes inúteis, que não servem para nada e não nos ajudam em nada.
Somos como os bons pescadores – ou deveríamos ser – que voltam felizes para suas casas depois de uma boa pescaria. Satisfeitos por serem do Rio e realizados porque a vida lhes deu o sustento de cada dia, o alimento necessário, que faz bem a si e aos seus.
Somos como os bons peixes, que alimentam a vida e a família dos pescadores, ajudando-os a manter viva a chama da vida, trabalharem com alegria e viverem as suas realidades de maneira feliz e otimista, alegre e contente, sempre soltando um sorriso vivo para as pessoas ao seu lado e em torno de si.
Assim é a vida.
É como um Rio que passa e não volta mais...
Só ficam o bem que fazemos, as boas experiências que fizemos e as boas práticas que estabelecemos e consolidamos no convívio uns com os outros.
Assim somos nós.
Pescadores da vida.
Peixes que alimentam o cotidiano.
Navegantes que tornam felizes a vida dos outros que caminham conosco.
Somos caminhantes.
Porque a vida é o Rio que caminha.
E nós a caminhada de suas águas ora tranquilas ora turbulentas.
O mais importante é saber viver bem o momento, sabendo que ele não volta mais.
Viver bem o instante de aqui e agora, a fim de colhermos os bons frutos que Deus um dia nos dará por termos feito bem todas as coisas, vivido com alegria essa vida, construindo sorriso e otimismo a nossa volta.
Porque a vida passa, mas o bem que fazemos fica.
Porque o mundo passa, mas bondade de nossas ações continua para sempre.
Assim é o dia a dia.
Cabe a nós vivê-lo bem.
O Resto é consequência.
Mas não se esqueça: a Vida não tem volta.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Mulherengo
Mulherengo
Outro dia, um doutor me chamou de “Mulherengo” no meio da rua aqui na Tijuca, porque eu estava conversando com três mulheres. Ouvi essa palavra, parei pra pensar, refleti profundamente, e meditei analiticamente: “Bem, se gostar de mulher é ser Mulherengo, então que eu seja Mulherengo de verdade.
Se amar várias mulheres é ser Mulherengo, tratá-las com respeito e educação, engrandecê-las nas suas virtudes e coisas boas que fazem, então que eu seja Mulherengo de fato. Se respeitar 3 mulheres, apreciar seu conteúdo comportamental, sua beleza física e interior, sua riqueza de pontos de vista diferentes, então que eu seja Mulherengo verdadeiramente. Se considerar importante bater um papo com lindas garotas, valorizar sua visão de mundo e de sociedade, sua interpretação dos seres e das coisas, é ser Mulherengo, então que eu seja Mulherengo concretamente.
Se acho interessante ouvir belas meninas, e gostar desse diálogo diferencial, criativo e inovador, então que eu seja Mulherengo realmente. Se dar valor às mulheres, e respeitá-las e amá-las profundamente, é ser Mulherengo, então que eu seja Mulherengo cotidianamente.
Tá bom, se isso é ser Mulherengo, então pode me chamar de Mulherengo. E que Deus seja glorificado por isso. Eu, o Advogado das Mulheres.
O Mulherengo.
Chico
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